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Reclamos del Pueblo

Pe. Geraldo Carlos da Silva

Reclamos do Povo

Os reclamos do povo
São lamentos de Deus

Nós, jovens e homens do campo
Operários e gente do povo
Reclamamos a quem de direito
Que queremos sair da pobreza
Da injustiça que gera miséria
Com trabalho e salário perfeito

Sou humilde e sou favelado
Sou fruto social do pecado
De alguns que tem vida luxuosa
Insultando as misérias das massas
Angustiadas sem honras devidas
E queremos curar vidas feridas

Subempregado e só ganho um salário
No aluguel fica tudo empatado
Meu patrão é multi-empresário
Toma wisk, usa carro importado!
Eu pergunto: Quais são meus valores?
Se eu faço a riqueza dos meus senhores!

Como posso estar desempregado
Num pais rico tão privilegiado
Que beneficia as multinacionais
E nós que construimos riquezas
Continuamos da nossa pobreza
Sem futuro, vivendo a incerteza!

Sei que sou um cidadão do céu
Ninguém pode me jogar ao léu!
Pois quero ter dignidade na terra
Mesmo que seja tão pequeno e pobre
Queremos que haja justiça social
Pra gente viver uma vida ideal

Quantas crianças estão abandonadas
Jogadas nas ruas, marginalizadas
São frutos sociais de neoliberalismo
Que gera desemprego e o colonialismo
Fabrica a pobreza, incentiva a miséria
Com os poderosos comandando a terra!

Reclamos del Pueblo

Los reclamos del pueblo
Son lamentos de Dios

Nosotros, jóvenes y hombres del campo
Obreros y gente del pueblo
Reclamamos a quien corresponda
Que queremos salir de la pobreza
De la injusticia que genera miseria
Con trabajo y salario justo

Soy humilde y soy de la favela
Soy fruto social del pecado
De algunos que tienen una vida lujosa
Insultando las miserias de las masas
Angustiadas sin honras debidas
Y queremos sanar vidas heridas

Subempleado y solo gano un salario
El alquiler se lleva todo
Mi jefe es un empresario múltiple
¡Toma whisky, usa carro importado!
Me pregunto: ¿Cuáles son mis valores?
¡Si yo hago la riqueza de mis señores!

¿Cómo puedo estar desempleado
En un país rico tan privilegiado
Que beneficia a las multinacionales
Y nosotros que construimos riquezas
Seguimos en nuestra pobreza
¡Sin futuro, viviendo la incertidumbre!

Sé que soy un ciudadano del cielo
¡Nadie puede despreciarme!
¡Pues quiero tener dignidad en la tierra
Aunque sea tan pequeño y pobre
Queremos que haya justicia social
Para vivir una vida ideal

Cuántos niños están abandonados
Arrojados en las calles, marginados
Son frutos sociales del neoliberalismo
Que genera desempleo y colonialismo
Fabrica la pobreza, fomenta la miseria
¡Con los poderosos mandando en la tierra!

Escrita por: Geraldo Carlos da Silva