Bravos à Luta
Ôôô
Independente eu sou
Ôôô
Sou Shaka Zulu um guerreiro vencedor
Ergui o meu escudo
Enfretei barreiras e a opressão
Vencendo preconceito há feridas no meu peito
Quanta humilhação
Orunmilá meu deu a sua essência
A chama que conduz o meu viver
O meu canto negro é resistência
Liberdade sempre a florescer
Muitos cruzaram o mar (de Iemanjá)
Levados pela conquista (Odoiá)
Nunca puderam deixar de lutar
Contra as correntes da injustiça (oba, oba)
Sou passado, o presente o futuro
Força que emana de um povo
Silêncio que a mordaça não calou
E não se cala quilombola Independente
A sociedade impõe limite à igualdade
Sempre se rende
Ao bravo talento dessa minha gente
No carnaval sou tricolor
Minha história não se apagará
Está escrita no tempo, no sangue e na memória
Está em meu DNA
Bravos a la Lucha
Ôôô
Independiente soy
Ôôô
Soy Shaka Zulu, un guerrero victorioso
Levanté mi escudo
Enfrenté barreras y la opresión
Venciendo el prejuicio, hay heridas en mi pecho
Cuánta humillación
Orunmilá me dio su esencia
La llama que guía mi existir
Mi canto negro es resistencia
Libertad siempre floreciendo
Muchos cruzaron el mar (de Iemanjá)
Llevados por la conquista (Odoiá)
Nunca pudieron dejar de luchar
Contra las corrientes de la injusticia (oba, oba)
Soy pasado, presente y futuro
Fuerza que emana de un pueblo
Silencio que la mordaza no calló
Y no calla quilombola Independiente
La sociedad impone límite a la igualdad
Siempre se rinde
Al valiente talento de esta mi gente
En el carnaval soy tricolor
Mi historia no se borrará
Está escrita en el tiempo, en la sangre y en la memoria
Está en mi ADN
Escrita por: Marcio André, Vaguinho, Pê Santana, Cláudio Russo