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Mano de la Noche

Peão Carreiro e Zé Paulo

Mão da Noite

Porque ter saudade de quem foi embora
Porque recordar quem não lembra de mim
Retratos antigos fiz em pedacinhos
O que ela deixou vou tudo dar fim

O vestido branco que ela usou
Amarga lembrança de um juramento
Combrindo seu corpo também me enganou
Foi ele o começo do meu sofrimento

Vai saudade vai
Desocupe o meu coração
Não quero sentir saudade
De quem me fez ingratidão
Não quero sentir saudade
De quem me fez ingratidão

A mão da noite apanhou minha flor
Para jogá-la no lixo da vida
Assim ela vai de braços em braços
Chegar ao final cansada e vencida

Não é meu desejo que o mal lhe aconteça
Mas que seja feita sua vontade
Pois muito padece quem não tem cabeça
E nunca se encontra com a felicidade

Vai saudade vai
Desocupe o meu coração
Não quero sentir saudade
De quem me fez ingratidão
Não quero sentir saudade
De quem me fez ingratidão

Mano de la Noche

Por qué extrañar a quien se fue
Por qué recordar a quien no me recuerda
Rompí los retratos antiguos en pedacitos
Todo lo que ella dejó lo voy a desechar

El vestido blanco que ella usó
Amargo recuerdo de un juramento
Cubriendo su cuerpo también me engañó
Fue él el comienzo de mi sufrimiento

Vete, nostalgia, vete
Desocupa mi corazón
No quiero sentir nostalgia
Por quien me hizo desdicha
No quiero sentir nostalgia
Por quien me hizo desdicha

La mano de la noche tomó mi flor
Para arrojarla en la basura de la vida
Así ella va de brazo en brazo
Llegará al final cansada y vencida

No deseo que le ocurra mal
Pero que se haga su voluntad
Pues sufre mucho quien no tiene cabeza
Y nunca se encuentra con la felicidad

Vete, nostalgia, vete
Desocupa mi corazón
No quiero sentir nostalgia
Por quien me hizo desdicha
No quiero sentir nostalgia
Por quien me hizo desdicha

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