Matando a Saudade
Companheirada, eu estou chegando
Cheguei cantando pra animar a festa
Minha bombacha e meu par de espora
Meu chapéu grande quebrado na testa
Minha guaiaca com refil de prata
E as minhas bota não é vaidade
Esse costume tem me dado sorte
Eu só danço xote pra matá a saudade
Esse costume tem me dado sorte
Eu só danço xote pra matá a saudade
Estive ausente da companheirada
E desse rico chão hospitaleiro
Pois um gaúcho que não tem morada
Um dia deve ter um paradeiro
Por onde eu passo sou bem recebido
Sou conhecido em qualquer cidade
Mas hoje estou batendo a mesma porta
Porque estou de volta matando a saudade
Mas hoje estou batendo a mesma porta
Porque estou de volta matando a saudade
Pra linda China que eu amo tanto
Eu trouxe algo de recordação
Vou dar a ela com muito aconchego
Pra ter em troca o seu coração
A esperança é de viver com ela
Pra completar nossa felicidade
Vou me casar com ela brevemente
E eternamente matar a saudade
Vou me casar com ela brevemente
E eternamente matar a saudade
Matando la nostalgia
Compañeros, estoy llegando
Llegué cantando para animar la fiesta
Mi bombacha y mi par de espuelas
Mi sombrero grande roto en la frente
Mi guaiaca con refil de plata
Y mis botas no es vanidad
Esta costumbre me ha dado suerte
Solo bailo xote para matar la nostalgia
Esta costumbre me ha dado suerte
Solo bailo xote para matar la nostalgia
Estuve ausente de la compañía
Y de esta rica tierra hospitalaria
Porque un gaucho sin morada
Algún día debe tener un lugar
Donde quiera que vaya soy bien recibido
Soy conocido en cualquier ciudad
Pero hoy estoy golpeando la misma puerta
Porque estoy de vuelta matando la nostalgia
Pero hoy estoy golpeando la misma puerta
Porque estoy de vuelta matando la nostalgia
Para la hermosa China que tanto amo
Le traje algo de recuerdo
Le daré con mucho cariño
Para tener a cambio su corazón
La esperanza es vivir con ella
Para completar nuestra felicidad
Me casaré con ella pronto
Y eternamente matar la nostalgia
Me casaré con ella pronto
Y eternamente matar la nostalgia
Escrita por: Laércio / Lafayete