395px

Abuela de Vacaciones en el Siglo XXI

Pedeginja

Vovó de Férias No Séc. Xxi

Vovó reclama desses tempos hiper-pós modernos
Que estão virados, imorais e virulentos
Que já não há mais bem o certo e o errado
Diz que outrora não era assim tão bagunçado.

Vovó adora esse mundo tão fugaz,
Pena que o trânsito só vive engarrafado.
Se tem atraso põe a culpa no empregado
E desse jeito nosso estresse é bem cuidado.

Mas, desde quando esse mundo não foi
Virado assim ou mais.
Se é o tempo em que vivo, pós-moderno, do avesso, eu sou.

Vovó reclama desses tempos hiperpósmodernos
E se deprime quando pensa na saúde,
Pois tem dentista que não sabe mais sorrir
E que canseira, tudo é câncer por aí!

Vovó exalta que esse mundo anda solto
Que a juventude exala sexo pelos poros.
E que a família já não é mais a trindade
Tem pai com pai e mãe com mãe,
Bem à vontade

Mas, desde quando esse mundo não foi
Virado assim ou mais
Se é o tempo em que vivo, pós-moderno, do avesso, eu sou.

Abuela de Vacaciones en el Siglo XXI

La abuela se queja de estos tiempos hiperpostmodernos
Que están al revés, inmorales y virulentos
Que ya no hay bien ni mal definido
Dice que antes no era tan desordenado.

La abuela adora este mundo tan fugaz,
Lástima que el tráfico siempre está atascado.
Si hay retraso, culpa al empleado
Y así nuestro estrés está bien cuidado.

Pero, ¿desde cuándo este mundo no ha estado
Tan al revés o más?
Si es el tiempo en el que vivo, posmoderno, del revés, yo soy.

La abuela se queja de estos tiempos hiperpostmodernos
Y se deprime al pensar en la salud,
Pues hay dentistas que ya no saben sonreír
¡Y qué cansancio, todo es cáncer por ahí!

La abuela elogia que este mundo está desenfrenado
Que la juventud emana sexo por los poros.
Y que la familia ya no es la trinidad
Hay padre con padre y madre con madre,
Muy a gusto.

Pero, ¿desde cuándo este mundo no ha estado
Tan al revés o más
Si es el tiempo en el que vivo, posmoderno, del revés, yo soy.

Escrita por: Paulo César Linhares