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Siete Palabras

Pedro Bento e Zé da Estrada

Sete Palavras

Deus amou tanto este mundo
O mundo não correspondeu
Então Deus mandou os profetas
Mas ninguém obedeceu

Deus mandou seu próprio filho
Mas ninguém não conheceu
Quando ele perambulou
Teve porta que fechou na hora que ele bateu

Pra salvar a humanidade
O nosso senhor nasceu
Trinta e três anos de idade
Neste mundo ele viveu

Deus de infinita bondade
Do mundo compadeceu
Ele deu a própria vida
Pra juntar a ovelha querida
Que do rebanho se perdeu

Na hora da santa ceia
Beijou os pés dos discípulos seus
Em seguida ele falou
Vocês façam como eu

Vou pra casa de meu pai
Da onde a gente desceu
Um de vós vai me trair
Até Pedro vai fingir que nunca me conheceu

Levantou os olhos pro céu
Pegou o pão e benzeu
Esse pão é o meu corpo
Cada discípulo comeu

Esse vinho é o meu sangue
Cada discípulo bebeu
Judas atirou no chão
Aquele pedaço de pão
Saiu da mesa e correu

30 Moedas de prata
Foi o quanto recebeu
No horto da oliveiras
Levou soldado e prendeu

Jesus preso e amarrado
Calado permaneceu
Depois de tanto maltrato
Já gritaram a pilatos
Crucifique o galileu

Na hora da sua morte
A terra empalideceu
Trovejou de sul a norte
Judeia toda tremeu

O véu do templo rasgou
Pilatos se arrependeu
Um sorria outro chorava
Jesus disse essas palavras
Lá na cruz ele morreu

Pai, perdoa-os
Eles não sabem o que estão fazendo
Pai, em tuas mãos entrego meu espírito
Tudo está consumado
Tudo está consumado

Siete Palabras

Dios amó tanto a este mundo
El mundo no correspondió
Entonces Dios mandó a los profetas
Pero nadie obedeció

Dios mandó a su propio hijo
Pero nadie lo conoció
Cuando él anduvo por ahí
Hubo puertas que se cerraron al momento que él tocó

Para salvar a la humanidad
Nuestro señor nació
Treinta y tres años de vida
En este mundo él vivió

Dios de infinita bondad
Se compadeció del mundo
Él dio su propia vida
Para reunir a la oveja querida
Que del rebaño se perdió

En la hora de la santa cena
Besó los pies de sus discípulos
Luego él habló
Hagan como yo

Voy a la casa de mi padre
De donde descendimos
Uno de ustedes me traicionará
Hasta Pedro fingirá que nunca me conoció

Levantó los ojos al cielo
Tomó el pan y lo bendijo
Este pan es mi cuerpo
Cada discípulo comió

Este vino es mi sangre
Cada discípulo bebió
Judas arrojó al suelo
Aquel pedazo de pan
Salió de la mesa y corrió

30 monedas de plata
Fue lo que recibió
En el huerto de los olivos
Llevó soldados y lo arrestó

Jesús preso y atado
En silencio permaneció
Después de tanto maltrato
Ya gritaron a Pilato
Crucifiquen al galileo

En el momento de su muerte
La tierra palideció
Tronó de sur a norte
Toda Judea tembló

El velo del templo se rasgó
Pilato se arrepintió
Uno sonreía, otro lloraba
Jesús dijo estas palabras
Allí en la cruz murió

Padre, perdónalos
No saben lo que hacen
Padre, en tus manos entrego mi espíritu
Todo está consumado
Todo está consumado

Escrita por: Luizinho Rosa