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La Poesía del Milenio

Pedro Nogueira

A Poesia do Milenio

Eu vou encilhar o meu cavalo
Bem antes do cantar do galo
E ausentar do meu São Paulo
Eu preciso ir até lá em Brasilia
Nada com o palacio do planalto
Esse modesto caipira incauto
Vai até a capital como um arauto
Levando a paz a uma poeisa que brilha.

Na verdade foi ela que me convidou
E atendeno o meigo pedido eu vou
Precisando dialogar eu estou
Tenho pouco a falar e muito a ouvir
Ela tem sempre a palavra precisa
Pra essa alma caipira e indecisa
Por favor me perdoe poetisa
Meu coração tá precisando sorrir.

Tenho feito a minha rima errada
Minha alma está desorientada
E precisando muito ser aconselhada
Nada melhor que essa dama que eu digo
Pra ouvir uma boa conversa correta
E endireitar essa alma modesta
Não quero perder meu diploma de poeta
Eu preciso por demais de um ombro amigo.

Quero compor com ela uma poesia
Tomara que ela aceite a minha parceria
Vamos conversar uma boa parte do dia
Eu quero voltar com a cabeça arejada
E dar um novo rumo ao meu verso
Se ela falar de saudade eu desconverso
Vou fazer ecoar no meu universo
A mais bela poesia renovada.

CLARALUNA é de ti que eu estou falando
Mando te avisar quando eu estiver chegando
Eu bem sei que ela vai estar me esperando
E o tanto que eu sou grato tu não imaginas
Quem sabe nos dois fazemos um comvenio
E nos trasnformamos numa dupla de genios
E podemos escrever a poesia do milenio
Projetando para o mundo Brasilia e Campinas.

La Poesía del Milenio

Voy a ensillar mi caballo
Antes del canto del gallo
Y dejar atrás mi São Paulo
Necesito ir hasta Brasilia
Nada como el palacio del planalto
Este modesto campesino ingenuo
Va a la capital como un heraldo
Llevando la paz a una poesía que brilla.

En realidad, ella me invitó
Y siguiendo su dulce pedido voy
Necesito dialogar, estoy
Tengo poco que decir y mucho que escuchar
Ella siempre tiene la palabra precisa
Para esta alma campesina e indecisa
Por favor, perdóname poetisa
Mi corazón necesita sonreír.

He estado haciendo mal mi rima
Mi alma está desorientada
Y necesita mucho ser aconsejada
Nada mejor que esta dama de la que hablo
Para escuchar una buena conversación correcta
Y enderezar esta modesta alma
No quiero perder mi título de poeta
Necesito demasiado un hombro amigo.

Quiero componer con ella una poesía
Espero que acepte mi colaboración
Vamos a conversar buena parte del día
Quiero regresar con la mente despejada
Y dar un nuevo rumbo a mi verso
Si ella habla de nostalgia, cambio de tema
Haré resonar en mi universo
La más bella poesía renovada.

CLARALUNA, es a ti de quien hablo
Te avisaré cuando esté llegando
Sé que estará esperándome
Y lo agradecido que estoy no te lo imaginas
Quién sabe si los dos hacemos un pacto
Y nos convertimos en un dúo de genios
Y podemos escribir la poesía del milenio
Proyectando a Brasilia y Campinas para el mundo.

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