Ciranda
Vai, não demore a voltar
Eu tenho tanta coisa aqui guardada
Eu já não sei se posso mais pensar
Em deixar isso de lado
Pesando a cada passo que se dá
Deixa estar, confesso que até duvido
Do dia em que a dor há de cessar
Em paz: Poder sorrir de olhos fechados
E escolher a hora de acordar
Sei que essa vida, assim, distante
Faz ciranda, mas de que adianta
Se eu não souber dançar?
Murmurando o dia inteiro, feito uma promessa
Que se faz em desespero
Uma mentira, um devaneio
Um caminho que se faz ao caminhar
Um relógio sem ponteiro
Marca as horas tão inúteis ao sonhar
Eu me estranho no espelho
Já perdi um ano inteiro
Achando alguma coisa
Que dê conta desse anseio
Não me escondo na tormenta
Espero que você entenda
Um pássaro engaiolado
Não resiste ao vento
Uma verdade sem receio
Um caminho que se faz ao caminhar
Um relógio sem ponteiro
Marca as horas tão inúteis ao sonhar
Uma verdade sem receio
Um caminho que se faz ao caminhar
Um relógio sem ponteiro
Marca as horas tão inúteis ao amar
Ciranda
Ve, no tardes en regresar
Tengo tantas cosas guardadas aquí
Ya no sé si puedo seguir pensando
En dejar esto de lado
Pesando en cada paso que se da
Déjalo estar, confieso que incluso dudo
Del día en que el dolor cesará
En paz: Poder sonreír con los ojos cerrados
Y elegir la hora de despertar
Sé que esta vida, así, distante
Hace una ronda, pero ¿de qué sirve?
Si no sé bailar
Murmurando todo el día, como una promesa
Que se hace en desesperación
Una mentira, un delirio
Un camino que se hace al andar
Un reloj sin agujas
Marca las horas tan inútiles al soñar
Me veo extraño en el espejo
Ya perdí un año entero
Buscando algo
Que satisfaga este anhelo
No me escondo en la tormenta
Espero que entiendas
Un pájaro enjaulado
No resiste al viento
Una verdad sin temor
Un camino que se hace al andar
Un reloj sin agujas
Marca las horas tan inútiles al soñar
Una verdad sin temor
Un camino que se hace al andar
Un reloj sin agujas
Marca las horas tan inútiles al amar
Escrita por: Pedro Vulpe, Rafael Kondlatsch