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Bartholomew Kuma (One Piece) - El Hombre Que Cargó el Mundo

PeJota10*

Bartholomew Kuma (One Piece) - O Homem Que Carregou o Mundo

Nasci sem nome, nasci acorrentado
Um numero marcado, uma infância apagada
Vi o céu pela primeira vez com gosto de sangue na boca
Minha mãe caída no chão e eu sem poder fazer nada

Fiquei sozinho com os olhos rasos, sem abraço e sem explicação
E aprendi cedo que no mundo chorar é punição
Meu pai sussurrava lendas enquanto limpava o chão
Nika o Libertador que dançava com o coração

Um dia ele virá meu filho, com tambor no peito e o riso no olhar
Mas aqui só o silencio vai respirar
Meu pai foi morto por rir alto numa tarde cinzenta
E dizem que liberdade é crime, alegria uma sentença

Arrastaram o seu corpo como lixo para ensinar a lição
Eu menino, ainda engoli o grito, para não ser mais um no chão
Então eu carreguei o Nika como cicatriz, não crença
Porque fé demais vira ferida se nascer da ausência

Depois da sua morte achei que o pior já tinha passado
Mas aprendi que no inferno sempre tem um novo pecado
Me jogaram numa arena, crianças iguais a mim
Chamaram de jogo, tortura pintada de festim

A caça humana onde rir do topo significa matar embaixo
O preço da diversão deles é o sangue de quem nasceu no fardo
Nos davam 1 minuto, mas correr para onde?
Armas disparam, ninguém responde

Eu corri com as pernas fracas, mente quebrada e o peito em pranto
Cada disparo atrás de mim, era um grito não um canto
Vi crianças caírem ao meu lado, sem nome, sem rosto
Enquanto os Tenryuubito aplaudiam como se desse gosto

E o pior, eu desejei ser atingido
Porque viver fugindo da mira é morrer aos poucos escondido
Mas algo insistia: Não para, corre, persiste
Talvez fosse Nika ou só a sombra do homem que resisti

Sobrevivi mas não sai vivo, só restou corpo e a carcaça
A alma ficou na arena, entre os gritos e a fumaça
Tudo passa? Que dor carrego o peso de quem não conseguiu
Memoria arde, em um sangue tão frio

Caminhei sem direção até ela, Ginny
Um raio e sol na terra onde só nasce a ruína
Ela sorriu pra mim como se eu não fosse um monstro
Como se os pedaços quebrado ainda tive algum gosto

Com ela, pela primeira vez sonhei com calma
Deitei a cabeça e ouvi a paz dentro da alma
Falamos de seguir, sorrir sem culpa
Sabíamos que o mundo deixa sonhos viverem em luta

Foi então que descobri meu fardo, milagre? Ou maldição?
Arrancava a dor dos outros, ela vinha pro meu coração
Tirei sofrimentos de olhos vazios, de gente caída
Guardei pra mim como se minha dor já fosse infinita

Sempre
Tratado como rei ou escória
Eu vi
De perto fazerem a revolução
Não ter jornada fácil se não houver sacrifícios na mala
Tipo: Paramecia
Eu farei valer cada dom da Pata
Bartholomew Kuma
Bartholomew Kuma
Não ter jornada fácil se não houver sacrifícios na mala
Tipo: Paramecia
Eu farei valer cada dom da Pata

Mais de 500 eu salvei
Toquei suas feridas, tomei pra mim oque o mundo negou, um lar um tudo bem
Cada grito que tirei deles, guardei para mim
E mesmo sangrando por dentro, não via meu fim

Ginny me olhava com medo e amor
Sabia que eu estava morrendo, ainda escolhia ser flor
Ela dizia você não é Deus, mas parece um
Eu respondia: Meu sofrimento não é maior que o de nenhum

Pela primeira vez eu chorei, pois a forme não senti
Ainda tinha forças para sorrir
Um pastor com suas ovelhas que trabalha na calada
Fui pastor de almas não de palavras, na mão uma bíblia sagrada

Exercito Revolucionário me encontrou
A minha dor pode ser arma contra quem destruiu e pisou
Lutei não por gloria, nem vingança nem nome na bandeira
Lutei por cada alma, por cada vida que era inteira

Mas o mundo não permite beleza em corpo marcado
Ela foi levada, infectada e descartada
Me deixaram só com a noticia como se fosse um aviso
Até o amor se for de um escravo tem prazo e é indeciso

Ela morreu, sem que eu pudesse segurar sua mão
E Bonney pequena chorava sem entender a dimensão
Naquele choro eu ouvi Ginny uma última vez
E prometi que se ela viver eu não me perco nunca mais

Refrão
Sempre
Tratado como rei ou escória
Eu vi
De perto fazerem a revolução
Não ter jornada fácil se não houver sacrifícios na mala
Tipo: Paramecia
Eu farei valer cada dom da Pata
Bartholomew Kuma
Bartholomew Kuma
Não ter jornada fácil se não houver sacrifícios na mala
Tipo: Paramecia
Eu farei valer cada dom da Pata

Absorvi cada ferida
Eles caiam no chão, eu me erguia, mesmo com a alma partida
E foi ali naquele campo cinza virado em pó
Que alguém sussurrou: Essa foi a revolução de um homem só

Mentiram sobre meu nome, sujaram minha historia
Me chamaram de Tirano eu só quis mudar minha memoria
Fui até atras de Vegapunk com esperança nas mãos
Se for pra ela viver livre, apague de mim até o coração

Vegapunk me olhou com pena e respeito
Disse: Você será maquina, sem alma e sem defeito
Eu assenti mesmo sabendo oque isso vai custar
Um pai morre quantas vezes for pra filha respirar

Saturno veio com 3 exigências
Primeiro: Vire um Shichibukai seja um escudo do governo
Segundo: Vai seguir nossas ordens, sem sentimentos
Terceiro: Vai morrer no vazio e no esquecimento

A sala gelou, e meu corpo ficou sem ar
Mas por dentro meu coração tremia, como quem vai amar
Eu chorei não de dor, mas de gratidão sufocada
Mesmo que fosse a última escolha, era a escolha abençoada

E antes de assinar oque selava o meu fim
Sussurrei olhando no chão, com a alma despida assim
Eu não sou um Santo, sou só um humilde pacifista
Tentando proteger quem eu amo, mesmo que o mundo insista

Sempre
Tratado como rei ou escória
Eu vi
De perto fazerem a revolução
Não ter jornada fácil se não houver sacrifícios na mala
Tipo: Paramecia
Eu farei valer cada dom da Pata
Bartholomew Kuma
Bartholomew Kuma
Não ter jornada fácil se não houver sacrifícios na mala
Tipo: Paramecia
Eu farei valer cada dom da Pata

Utilizado como maquina, escravizado e abusado
Usado de carroceria, esse é o meu pecado?
É tudo por minha filha eu não preciso me explicar
Não importa quem é seu pai, somos todos filhos do mar

Mugiwara na minha frente, eu quebrei a própria ciência
Meu corpo se move, sem permissão, sem consciência
Disseram ser ameaça, criminoso e escoria
Mas meu peito oque sobrou dele disse: Protege, AGORA

E mesmo sem lembrar seu rosto, seu riso e sua voz
O mesmo som que meu pai chamava de herói, entre nós
Fui de encontro com minha filha, mesmo a maquina quebrada
Te seguro em meus braços, até o fim da jornada

Atravessei o campo de batalha como uma estrela cadente
Cada passo era um trovão, um milagre, um lamento ardente
Saturno é um Deus falso, sentado no trono do medo
Ele viu o rosto da justiça, vindo em segredo

Meu punho não era metal
Era cada lagrima da Ginny
Cada choro da Bonney
Cada escravo em silencio
Cada dor que eu tirei de um inocente
Cada promessa feita sem testemunha
E então, boom

O impacto calou o céu, calou o céu
O chão tremeu, esse homem ainda fiel
E naquele soco estava a historia de um povo
De um pai, de um homem que nunca deixou de ser
Bartholomew Kuma

Bartholomew Kuma (One Piece) - El Hombre Que Cargó el Mundo

Nací sin nombre, nací encadenado
Un número marcado, una infancia borrada
Vi el cielo por primera vez con gusto a sangre en la boca
Mi madre caída en el suelo y yo sin poder hacer nada

Quedé solo con los ojos llenos, sin abrazo y sin explicación
Y aprendí pronto que en el mundo llorar es una condena
Mi padre susurraba leyendas mientras limpiaba el suelo
Nika el Libertador que danzaba con el corazón

Un día vendrá, hijo mío, con tambor en el pecho y risa en la mirada
Pero aquí solo el silencio va a respirar
Mi padre fue asesinado por reír alto en una tarde gris
Y dicen que la libertad es un crimen, la alegría una sentencia

Arrastraron su cuerpo como basura para enseñar la lección
Yo, niño, aún tragué el grito, para no ser uno más en el suelo
Entonces llevé a Nika como cicatriz, no como fe
Porque tener demasiada fe se convierte en herida si nace de la ausencia

Después de su muerte pensé que lo peor ya había pasado
Pero aprendí que en el infierno siempre hay un nuevo pecado
Me lanzaron a una arena, niños iguales a mí
Llamaron a eso juego, tortura pintada de festín

La caza humana donde reír desde arriba significa matar abajo
El precio de su diversión es la sangre de quien nació con el fardo
Nos daban 1 minuto, pero ¿correr hacia dónde?
Las armas disparan, nadie responde

Corrí con las piernas débiles, mente rota y el pecho en llanto
Cada disparo detrás de mí, era un grito, no un canto
Vi caer a niños a mi lado, sin nombre, sin rostro
Mientras los Tenryuubito aplaudían como si les diera gusto

Y lo peor, deseé ser alcanzado
Porque vivir huyendo de la mira es morir poco a poco escondido
Pero algo insistía: No pares, corre, persiste
Quizás era Nika o solo la sombra del hombre que resistí

Sobreviví, pero no salí vivo, solo quedó el cuerpo y la carcasa
El alma quedó en la arena, entre los gritos y el humo
¿Todo pasa? Qué dolor cargo el peso de quien no logró
La memoria arde, en una sangre tan fría

Caminé sin rumbo hasta ella, Ginny
Un rayo y sol en la tierra donde solo nace la ruina
Ella me sonrió como si no fuera un monstruo
Como si los pedazos rotos aún tuvieran algún sabor

Con ella, por primera vez soñé con calma
Puse la cabeza y escuché la paz dentro del alma
Hablamos de seguir, sonreír sin culpa
Sabíamos que el mundo deja que los sueños vivan en lucha

Fue entonces que descubrí mi carga, ¿milagro? ¿O maldición?
Arrancaba el dolor de otros, venía a mi corazón
Saqué sufrimientos de ojos vacíos, de gente caída
Guardé para mí como si mi dolor ya fuera infinito

Siempre
Tratado como rey o escoria
Yo vi
De cerca hacer la revolución
No hay camino fácil si no hay sacrificios en la maleta
Tipo: Paramecia
Haré valer cada don de la Pata
Bartholomew Kuma
Bartholomew Kuma
No hay camino fácil si no hay sacrificios en la maleta
Tipo: Paramecia
Haré valer cada don de la Pata

Más de 500 salvé
Toqué sus heridas, tomé para mí lo que el mundo negó, un hogar, un todo bien
Cada grito que saqué de ellos, guardé para mí
Y aunque sangrando por dentro, no veía mi fin

Ginny me miraba con miedo y amor
Sabía que estaba muriendo, aún elegía ser flor
Ella decía que no eres Dios, pero pareces uno
Yo respondía: Mi sufrimiento no es mayor que el de ninguno

Por primera vez lloré, pues la forma no sentí
Aún tenía fuerzas para sonreír
Un pastor con sus ovejas que trabaja en la oscuridad
Fui pastor de almas, no de palabras, en la mano una biblia sagrada

El Ejército Revolucionario me encontró
Mi dolor puede ser arma contra quien destruyó y pisoteó
Luché no por gloria, ni venganza, ni nombre en la bandera
Luché por cada alma, por cada vida que era entera

Pero el mundo no permite belleza en cuerpo marcado
Ella fue llevada, infectada y desechada
Me dejaron solo con la noticia como si fuera un aviso
Hasta el amor, si es de un esclavo, tiene plazo y es indeciso

Ella murió, sin que pudiera sostener su mano
Y Bonney pequeña lloraba sin entender la dimensión
En ese llanto escuché a Ginny una última vez
Y prometí que si ella vive, nunca más me perderé

Estribillo
Siempre
Tratado como rey o escoria
Yo vi
De cerca hacer la revolución
No hay camino fácil si no hay sacrificios en la maleta
Tipo: Paramecia
Haré valer cada don de la Pata
Bartholomew Kuma
Bartholomew Kuma
No hay camino fácil si no hay sacrificios en la maleta
Tipo: Paramecia
Haré valer cada don de la Pata

Absorbí cada herida
Ellos caían al suelo, yo me erguía, aún con el alma partida
Y fue allí, en ese campo gris convertido en polvo
Que alguien susurró: Esta fue la revolución de un hombre solo

Mintieron sobre mi nombre, ensuciaron mi historia
Me llamaron Tirano, solo quise cambiar mi memoria
Fui hasta Vegapunk con esperanza en las manos
Si es para que ella viva libre, borra de mí hasta el corazón

Vegapunk me miró con pena y respeto
Dijo: Serás máquina, sin alma y sin defecto
Asentí, aunque sabía lo que eso costará
Un padre muere cuantas veces sea para que su hija respire

Saturno vino con 3 exigencias
Primero: Conviértete en un Shichibukai, sé un escudo del gobierno
Segundo: Seguirás nuestras órdenes, sin sentimientos
Tercero: Morirás en el vacío y en el olvido

La sala se heló, y mi cuerpo quedó sin aire
Pero por dentro mi corazón temblaba, como quien va a amar
Lloré no de dolor, sino de gratitud ahogada
Aunque fuera la última elección, era la elección bendecida

Y antes de firmar lo que sellaba mi fin
Susurré mirando al suelo, con el alma desnuda así
No soy un Santo, solo un humilde pacifista
Intentando proteger a quienes amo, aunque el mundo insista

Siempre
Tratado como rey o escoria
Yo vi
De cerca hacer la revolución
No hay camino fácil si no hay sacrificios en la maleta
Tipo: Paramecia
Haré valer cada don de la Pata
Bartholomew Kuma
Bartholomew Kuma
No hay camino fácil si no hay sacrificios en la maleta
Tipo: Paramecia
Haré valer cada don de la Pata

Utilizado como máquina, esclavizado y abusado
Usado de carrocería, ¿ese es mi pecado?
Es todo por mi hija, no necesito explicarme
No importa quién es tu padre, todos somos hijos del mar

Mugiwara frente a mí, rompí la propia ciencia
Mi cuerpo se mueve, sin permiso, sin conciencia
Dijeron que era una amenaza, criminal y escoria
Pero mi pecho, lo que quedó de él, dijo: Protege, AHORA

Y aunque no recordara su rostro, su risa y su voz
El mismo sonido que mi padre llamaba héroe, entre nosotros
Fui en busca de mi hija, aunque la máquina estuviera rota
Te sostengo en mis brazos, hasta el final de la jornada

Atravesé el campo de batalla como una estrella fugaz
Cada paso era un trueno, un milagro, un lamento ardiente
Saturno es un Dios falso, sentado en el trono del miedo
Vio el rostro de la justicia, viniendo en secreto

Mi puño no era metal
Era cada lágrima de Ginny
Cada llanto de Bonney
Cada esclavo en silencio
Cada dolor que saqué de un inocente
Cada promesa hecha sin testigos
Y entonces, boom

El impacto calló el cielo, calló el cielo
El suelo tembló, este hombre aún fiel
Y en ese golpe estaba la historia de un pueblo
De un padre, de un hombre que nunca dejó de ser
Bartholomew Kuma