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Amanecí

Pélico

Amanheci

Ontem, meia-noite, mais ou menos, eu cheguei
Pensei em te ligar pra falar daquelas coisas que não consigo
Meia-noite, mais ou menos, eu deixei
Deixei de acreditar nas palavras de conforto que não confortam

Me machucam, a ponto de me convencer
Mas é preciso seguir em frente
E olhar nos olhos surdos de quem viu
A velha dança voltar a ser uma esperança

Uma saudade que não dorme
Um adeus que não descansa
Então eu corro de mim mesmo
Desesperadamente de mim mesmo
Nessa luta vã doença de encarar essa cama imensa

Sem você, sem você é tão ruim
As noites frias, más notícias que invadiram nossos dias
Tanto querer perdeu-se em mim
Mas o amor é meu gatilho que dispara sobre os trilhos
Numa explosão que é tão sutil que só você consegue ver
Então me ajude a compreender

Em nome de Deus, enterram o amor
E o sangue nas mãos cuja a cruz
Em seus braços sonhei que o novo virá
E quando dei por mim amanheceu

Em nome de Deus, enterram o amor
E o sangue nas mãos cuja a cruz
Em seus braços sonhei que o novo virá
E quando dei por mim amanheceu

Amanecí

Anoche, a medianoche, más o menos, llegué
Pensé en llamarte para hablar de esas cosas que no puedo expresar
A medianoche, más o menos, me rendí
Dejé de creer en las palabras reconfortantes que no reconfortan

Me lastiman, hasta convencerme
Pero es necesario seguir adelante
Y mirar a los ojos sordos de quienes vieron
La antigua danza convertirse en una esperanza

Una nostalgia que no duerme
Un adiós que no descansa
Entonces corro de mí mismo
Desesperadamente de mí mismo
En esta lucha vana de enfrentar esta inmensa cama

Sin ti, sin ti es tan malo
Las noches frías, malas noticias que invadieron nuestros días
Tanto deseo se perdió en mí
Pero el amor es mi gatillo que dispara sobre los rieles
En una explosión tan sutil que solo tú puedes ver
Así que ayúdame a entender

En nombre de Dios, entierran el amor
Y la sangre en las manos cuya cruz
En tus brazos soñé que lo nuevo vendrá
Y cuando me di cuenta, amaneció

En nombre de Dios, entierran el amor
Y la sangre en las manos cuya cruz
En tus brazos soñé que lo nuevo vendrá
Y cuando me di cuenta, amaneció

Escrita por: Pelico