Atalhos
Eu tenho que andar, mais não sei aonde ir
Atalhos se tornaram labirintos.
Preciso me achar, mas é noite agora,
E as sombras escondem meu destino.
As pessoas somem sem razão
E eu pareço sozinho as vezes,
E sem ninguém pra me estender a mão
É difícil caminhar assim
Nada a dizes, mais tanto por falar
Pois a vida me deixou assim tão claro
Que eu preciso me achar, mas e se seu eu perder?
Nem sempre tudo é tão fácil.
As pessoas partem com razão
Pois eu pareço distante às vezes,
E quando acordo ainda está escuro,
E as respostas continuam por saber.
Fui procurar por nada,
Que eu sei que estás tão perto.
E quis ser só não olhar atrás,
O que era melhor?
Fugir?! Fugir?!
Mas ainda há esperança!
Ainda há esperanças...
Quando amanhecer,
E eu não mais esperar ainda haverá!
Atajos
Tengo que caminar, pero no sé a dónde ir
Los atajos se han convertido en laberintos.
Necesito encontrarme, pero ahora es de noche,
Y las sombras esconden mi destino.
Las personas desaparecen sin razón
Y a veces me siento solo,
Y sin nadie para tenderme la mano
Es difícil caminar así.
Nada que decir, pero tanto por hablar
Porque la vida me ha dejado tan claro
Que necesito encontrarme, ¿y si me pierdo?
No siempre todo es tan fácil.
Las personas se van con razón
Porque a veces parezco distante,
Y cuando despierto todavía está oscuro,
Y las respuestas siguen sin saberse.
Fui a buscar por nada,
Sabiendo que estás tan cerca.
Y quise ser solo, sin mirar atrás,
¿Qué era mejor?
¿Escapar? ¡Escapar?!
¡Pero aún hay esperanza!
¡Todavía hay esperanzas...
Cuando amanezca,
Y ya no espere más, ¡todavía habrá!