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Caosfobia

Petróleo do Futuro

Caosfobia

Abrem - se as portas fecham a saída
Quebram - se as regras , a lápide das cinzas
Fobia do estranhos , impostos da miséria
Esgotos e jornais , o lixo da favela

Cospem em sua cara impõem respeito
A febre do poder ninguém te dá emprego
Às margens degradantes o caos dos abrigos
O sonho de viver e apaziguá - los

Torturam os coitados assistem a derrota
Suor dos fuzilados inventam a história
Começam a eleger um bando de indescentes
Começam maltratar toda essa gente

Não sabemos o que fazer
Não precisa mudar, Não precisa chorar
Não precisa nada disso não então?
Não precisa nada disso

Não é nada demais de ser quem somos...

Caosfobia

Ouvre - les portes se ferment à la sortie
Brisent - les règles, la pierre tombale des cendres
Phobie des étrangers, impôts de la misère
Égouts et journaux, les déchets de la favela

Ils crachent à ta face, imposent le respect
La fièvre du pouvoir, personne ne te donne un job
Sur les rives dégradantes, le chaos des abris
Le rêve de vivre et de les apaiser

Ils torturent les pauvres, assistent à la défaite
La sueur des fusillés, ils inventent l'histoire
Ils commencent à élire une bande d'indécents
Ils commencent à maltraiter toute cette gente

On ne sait pas quoi faire
Pas besoin de changer, pas besoin de pleurer
Pas besoin de tout ça alors ?
Pas besoin de tout ça

Ce n'est rien de spécial d'être qui nous sommes...

Escrita por: Gustavo Oliveira