Mais Uma
Eu vou passar ali e vou tentar não te notar
Essa será mais uma promessa em vão
Eu vou tentar se quer, lhe cumprimentar
Mas essa hipótese logo caíra em contradição
A vida não é fácil pra quem sofre do cansaço
E como cansa tentar te esquecer
Porque será deus que você aparece e me importuna
E sou sempre eu que lhe peço perdão...
Porque sera deus que agora os encontros são tão frequentes
E tudo se resume em se quer um aperto de mão...
A vida não é fácil pra quem sofre do cansaço
E como cansa tentar te esquecer
Talvez num dia de outono você possa me ligar
Dizendo que cometeu um erro e é pra eu lhe perdoar
E tudo que me resta agora são lembranças suas
E que de você eu tenho que me prender, ou me libertar...
Otra Vez
Voy a pasar por ahí e intentar no notarte
Esta será otra promesa en vano
Intentaré siquiera saludarte
Pero esta posibilidad pronto caerá en contradicción
La vida no es fácil para quien sufre de cansancio
Y qué cansa intentar olvidarte
¿Por qué será, Dios, que apareces y me molestas?
Y siempre soy yo quien te pide perdón...
¿Por qué será, Dios, que ahora los encuentros son tan frecuentes?
Y todo se reduce a siquiera un apretón de manos...
La vida no es fácil para quien sufre de cansancio
Y qué cansa intentar olvidarte
Quizás un día de otoño puedas llamarme
Diciendo que cometiste un error y que debo perdonarte
Y todo lo que me queda ahora son recuerdos tuyos
Y que de ti debo aferrarme, o liberarme...
Escrita por: João Paulo Arantes