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No nos dice nada

Plebe Rude

Não Nos Diz Nada

Invadindo a nossa sala de jantar
Pela tv eu posso ver mais sem estar lá
Mas não, não me diz respeito

Chego mais perto tão incerto da razão
Sem imaginar como ajudar estendo a mão
Mudo de canal, eu sou igual a você

A tecnologia, mais o sangue frio
Trazem para dentro do seu lar

Não adianta mudar o canal
Vai ficar na consciência
O grito de clemência
Sabe porquê?

É você quem vira as costas, a cara fingindo não ver

Era de aquário, era da razão
Mas no sentido contrário da evolução
Ainda estamos

O trio de misericórdia estende a mão
Mudamos de canal mas não de opinião
Não nos diz respeito

Não nos diz nada

A tecnologia, mais o sangue frio
Trazem a cores o jornal

Portas estão trancadas
Mas entra pela consciência
O grito de clemência
Sabe porquê?

É você quem vira as costas, as cara fingindo não ver

No nos dice nada

Invadiendo nuestro comedor
Por la televisión puedo ver más sin estar allí
Pero no, no me concierne

Me acerco más, tan incierto de la razón
Sin imaginar cómo ayudar, extiendo la mano
Cambio de canal, soy igual que tú

La tecnología, más la sangre fría
Traen al interior de tu hogar

No sirve de nada cambiar de canal
Se quedará en la conciencia
El grito de clemencia
¿Sabes por qué?

Eres tú quien da la espalda, fingiendo no ver

Era de acuario, era de la razón
Pero en sentido contrario a la evolución
Todavía estamos

El trío de misericordia extiende la mano
Cambiamos de canal pero no de opinión
No nos concierne

No nos dice nada

La tecnología, más la sangre fría
Traen a colores el periódico

Las puertas están cerradas
Pero entra por la conciencia
El grito de clemencia
¿Sabes por qué?

Eres tú quien da la espalda, fingiendo no ver

Escrita por: Philippe Seabra