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Protesto Concreto

Pó de Anjo

Protesto Concreto

Preste atenção no que vou te dizer,
Por que também essa história diz respeito a você;
Não feche seus olhos ao que vou te mostrar;
Pois a verdade está aí, basta olhar.
A verdade das ruas tá aí pra olhar
Chacinas e morte em todo lugar;
As pessoas não tem paz nem educação;
Não tem dinheiro nem proteção.
Vivendo em ruas sujas e comendo lixo;
As crianças correndo à beira do abismo.
O governo não se esforça nem tem consciência;
Que o brasil se afoga na incompetência

Refrão :
Protesto concreto, mostro pra você;
O errado e o certo, basta escolher. (2x)

Faltam escolas, faltam hospitais;
Nos que tem somos tratados como animais.
E a morte espreita indiferente,
Mais um pobre enterrado como indigente.
A polícia faz o lado do repressor,
Descontando o ódio no trabalhador.
Zona leste e zona sul são lugares sem lei,
Se mata por nada, eu não vi, eu não sei.
Político, pastor, empresário, empreiteiro;
Jeitos escusos de ganhar dinheiro,
De seus aviões, vêem pela janela,
A violência explodindo numa favela.

Repete refrão

Ódio, fome, intolerância e morte,
Muita ladroeira, à sua própria sorte.
Será que é o que queremos para a nossa vida;
Este é o brasil, a nossa pátria querida.
Beirando o caos e a revolução,
Num gesto extremo pela solução,
Acabaram todos sonhos e a esperança,
O povo faz sua própria segurança.

Protesto Concreto

Presta atención a lo que te voy a decir,
Porque esta historia también te concierne a ti;
No cierres los ojos a lo que te voy a mostrar;
Pues la verdad está ahí, solo hay que mirar.
La verdad de las calles está ahí para ver
Masacres y muerte en todas partes;
Las personas no tienen paz ni educación;
No tienen dinero ni protección.
Viviendo en calles sucias y comiendo basura;
Los niños corriendo al borde del abismo.
El gobierno no se esfuerza ni tiene conciencia;
Que Brasil se ahoga en la incompetencia.

Coro:
Protesto concreto, te lo muestro a ti;
Lo incorrecto y lo correcto, solo elige. (2x)

Faltan escuelas, faltan hospitales;
Los que tenemos somos tratados como animales.
Y la muerte acecha indiferente,
Uno más pobre enterrado como indigente.
La policía toma el lado del represor,
Descargando el odio en el trabajador.
Zona este y zona sur son lugares sin ley,
Se mata por nada, yo no vi, yo no sé.
Político, pastor, empresario, contratista;
Formas oscuras de ganar dinero,
Desde sus aviones, ven por la ventana,
La violencia explotando en una favela.

Repite coro

Odio, hambre, intolerancia y muerte,
Mucha corrupción, a su propia suerte.
¿Será esto lo que queremos para nuestra vida;
Este es Brasil, nuestra patria querida.
Al borde del caos y la revolución,
En un gesto extremo por la solución,
Se acabaron todos los sueños y la esperanza,
El pueblo hace su propia seguridad.

Escrita por: Fernando Pops