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Cicatriz

Ponto 8

Cicatriz

Não importa mais por mim
Por onde passas, de onde vim
Eu sei que é breve, curto, confuso, talvez tenha fim
Então não olhes para trás,
Se aquilo que lhe ronda já não é mais
Um pedido, sem custo, profundo, que seja ruim

Não diga nada, ponha-se a fazer
De um berço alguém reclama o meu dizer
Não escute os outros por querer
E não deixe nada por dizer
Do peito de quem viu a dor nascer
E a busca que nos faz querer viver
Nunca diga nunca, sem porque
Nunca diga nunca, sem porque

Se eu pudesse então lhe contar
Que toda revolta vem de algum lugar
Preciso como um simples discurso que faz te cegar
Então não reclame se algo mudar
Nada espere, tome o seu lugar
Diante de tudo que tenho a falar
Me diga por que não tentar

Calma o tempo passa e tudo volta para o lugar
Toda cicatriz aberta um dia vai cicatrizar
Querendo ou não, sempre teremos um fim
Você aprende em quem você pode confiar
Tendo a certeza de que a humanidade vai mudar
Diante de tudo que eu já falei
E tudo que eu já tentei

Do peito de quem viu a dor nascer
E a busca que nos faz querer viver
Nunca diga nunca, sem porque
Nunca diga nunca, sem porque

Cicatriz

Ya no importa por mí
Por donde pasas, de donde vengo
Sé que es breve, corto, confuso, tal vez tenga fin
Así que no mires hacia atrás,
Si lo que te rodea ya no es más
Un pedido, sin costo, profundo, que sea malo

No digas nada, ponte a hacer
De una cuna alguien reclama mi decir
No escuches a los demás por querer
Y no dejes nada por decir
Del pecho de quien vio el dolor nacer
Y la búsqueda que nos hace querer vivir
Nunca digas nunca, sin razón
Nunca digas nunca, sin razón

Si pudiera entonces contarte
Que toda revuelta viene de algún lugar
Necesario como un simple discurso que te ciega
Así que no te quejes si algo cambia
No esperes nada, toma tu lugar
Ante todo lo que tengo que decir
Dime por qué no intentar

Calma, el tiempo pasa y todo vuelve a su lugar
Toda cicatriz abierta algún día va a cicatrizar
Quieras o no, siempre tendremos un final
Aprendes en quién puedes confiar
Teniendo la certeza de que la humanidad va a cambiar
Ante todo lo que ya he dicho
Y todo lo que ya he intentado

Del pecho de quien vio el dolor nacer
Y la búsqueda que nos hace querer vivir
Nunca digas nunca, sin razón
Nunca digas nunca, sin razón

Escrita por: Gustavo Anhaia / Mateus Henrique