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Historia de un mentiroso / Respuesta del sujeto

PP Ribeirinho

História de Um Mentiroso/ Resposta do Sujeito

Parte 1: História de um mentiroso

Pretendi fala nada
Nada
Mas acabei rançoso
Çoso
Pois conheci um filho
Dada
Aparecida
Cida

Que enrola
Rola
Para mandar uma carta
Anta
Que fiz no centro
Entro
No instituto membro
Umbro

Passei lindo
Indo
Quieto fiquei
Quei
De tudo estava
Tendo
Teto caindo
Indo
Pedras rochudas
Chupa
Batendo em nucas
Nuca

No final
Nal
Sumiu do nada
Cara
Fez todos de otário
Rio
Foi para lá
Laila

Fiz esse delito
Lindo
Pois tentaram se parado
Rado

Parte 2: Resposta do sujeito

Vim deixa claro
Que não fiz nada

Chorei tempo todo
Por formarem mentiradas

Sou pai
De boa família
Me esforcei (aí)
Doí em brasília

Sempre a considerei
Como uma filha
A abracei
Igual uma ilha

Quem conhece-me
Nunca criminoso
Nem fiz crime
Não sou sonso

Trabalhei cedo
Para colher agora

Um cara metido
Cria inimigos

Não existem provas
Contra mim
Negligentes nascias
Empresas a fim

Ir a delegacia
Depor defesas
Acusado de falacias
A fama crescia

Com a mente aberta
Termino nesta hora
Pronto, falei
Acabo, agora!

Cabo!

Historia de un mentiroso / Respuesta del sujeto

Parte 1: Historia de un mentiroso

Pretendí no decir nada
Nada
Pero terminé amargado
Gado
Porque conocí a un tipo
Pipo
Aparecida
Cida

Que enreda
Rueda
Para enviar una carta
Arta
Que hice en el centro
Entro
En el instituto miembro
Umbro

Pasé lindo
Indo
Callado me quedé
Que
Tenía de todo
Tendo
El techo cayendo
Indo
Piedras ásperas
Chupa
Golpeando en las nuca
Nuca

Al final
Nal
Desapareció de la nada
Cara
Hizo a todos tontos
Rio
Se fue para allá
Laila

Cometí este delito
Lindo
Pues intentaron detenerse
Rado

Parte 2: Respuesta del sujeto

Vengo a dejar claro
Que no hice nada

Lloré todo el tiempo
Por inventar mentiras

Soy padre
De buena familia
Me esforcé (ahí)
Dolió en Brasilia

Siempre la consideré
Como una hija
La abracé
Como una isla

Quien me conoce
Nunca criminal
No cometí delitos
No soy tonto

Trabajé desde temprano
Para cosechar ahora

Un tipo engreído
Crea enemigos

No hay pruebas
En mi contra
Negligentes nacidas
Empresas al acecho

Ir a la comisaría
Declarar defensas
Acusado de falacias
La fama crecía

Con la mente abierta
Termino en este momento
¡Listo, hablé!
¡Se acabó, ahora!

¡Cabo!

Escrita por: PP Ribeirinho