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P³

PP Ribeirinho

P³

Agô

Formo, forno
Firmo, fino
Tudo se passa comigo
Por quê?
Eu não sei
Mas está tudo bem
Em terra de cego, eu sou o rei
Parana, sou invisível
Vivente, não vivido

Continua o batuque
Para não!

Abre todos os canais
Deixa ficar zen
Vendo o arregar
Cujo, veio me resgatar
Pois na onde vivo
Todo homem é bola
Enxergam o próprio umbigo
Calado, venham mantendo-me

Professores, arrogantes
Inocentes estudantes
Vocês olham a maldade
Se reproduz
Procria-se
Centenas de formas
Vestes têm
Nada presta em sua mente

Que não quer
Que não resiste muito
Milhares de torturas
Nua, crua, rica
Mista, morena e bonita

Serenatas
Te enganam
Tocando a liberdade
Por trás das harpas
Velam as verdades

E você
Você, se a você
Rala para um
Em quantos outros?
Três por um
Continua de pé
Nas pontas dos pés
Os aplaudindo
Aos mitos
Mitos das teorias
Delirantes e marcantes
De auto-endeusarem
Como o caminho

A trilha está
Que anda
Das décadas de sessenta

Frutos fraquejastes
Raízes Antonieta
Achando-se espaçam-te
Doce de menta
Olhando a distância
De todas as ânsias
Das suas fadigas
Sentada, negadas

Vem chegando à tarde
Dizem, está doidão
Antes, rejeitam-me
Com o tempo, anulam-me
Pela noção
No que mudar, como faz Deus
Só nos resta que

Mais uma vez
Uma hora
Quantas vezes
Cissitará?

Olhando para baixo
Para cima
Minha guia
Meu mapinha

Descobrir o horizonte
Por dentro da ravina
Acima de um tapete
Farejando

Posto na posição
De pensar
Pensando logo
Antes de racionar
Pois passa despercebido
Várias pérolas raras
Arrasadas
Ocorre constante
Quando delirantes
Viram fragrantes
Mancham a história
Troca os roteiros
Somos primeiros
E todos que
Contradizem
Eles nunca dizem
Nada pra valer

Isso aqui
Torna um debate
Meio
Mortal Kombat
Onde
Quem for bom
Será selado
Maltratado
Resto todo
Saberá
Iram te enforcar
Até perder
Então peça a Babalorixá
Te abençoar
E não chegue lá

Quaisquer
Burlão
Ventania é sinal de
Confusão

Ajudam
Iguais caroços de limão

Perfura, profundo
Parecendo o todo duro

Culpo a mim?
A si?
A li?
A quem?
Pois nego o indicado futuro
Para todos os pré-maturo

Vem chegando à tarde
Dizem, está doidão
Antes, rejeitam-me
Hoje, anularam-me
Pela noção
Como mudar, como faz?
Bem isso?
Ocasiono que ligue o foda-se
Do que dirão

P³

Agô

Formo, forno
Firmo, fino
Todo pasa conmigo
¿Por qué?
No lo sé
Pero está todo bien
En tierra de ciegos, yo soy el rey
Paraná, soy invisible
Viviente, no vivido

Continúa el batuque
¡Para no!

Abre todos los canales
Déjalo estar zen
Viendo el arrugar
Cujo, vino a rescatarme
Porque donde vivo
Todo hombre es bola
Ven lo propio ombligo
Callado, vengan manteniéndome

Profesores, arrogantes
Inocentes estudiantes
Ustedes ven la maldad
Se reproduce
Procrea
Centenas de formas
Vestidos tienen
Nada sirve en su mente

Que no quiere
Que no resiste mucho
Miles de torturas
Desnuda, cruda, rica
Mixta, morena y bonita

Serenatas
Te engañan
Tocando la libertad
Detrás de las arpas
Velan las verdades

Y tú
Tú, si a ti
Raspa para uno
¿En cuántos otros?
Tres por uno
Continúa de pie
De puntitas
Aplaudiéndolos
A los mitos
Mitos de las teorías
Delirantes y marcantes
De auto-endeusarse
Como el camino

La senda está
Que camina
De las décadas de sesenta

Frutos flaqueaste
Raíces Antonieta
Creyéndose se espacian
Dulce de menta
Mirando la distancia
De todas las ansias
De tus fatigas
Sentada, negadas

Viene llegando la tarde
Dicen, está loco
Antes, me rechazan
Con el tiempo, me anulan
Por la noción
En qué cambiar, ¿cómo hace Dios?
Solo nos queda que

Una vez más
Una hora
¿Cuántas veces
Citará?

Mirando hacia abajo
Hacia arriba
Mi guía
Mi mapita

Descubrir el horizonte
Por dentro de la ravina
Arriba de una alfombra
Olfateando

Puesto en la posición
De pensar
Pensando luego
Antes de racionar
Porque pasa desapercibido
Varias perlas raras
Arrasadas
Ocurre constante
Cuando delirantes
Se vuelven fragantes
Manchan la historia
Cambia los guiones
Somos primeros
Y todos los que
Contradicen
Nunca dicen
Nada que valga

Esto aquí
Se convierte en un debate
Medio
Mortal Kombat
Donde
Quien sea bueno
Será sellado
Maltratado
El resto todo
Sabrán
Irás a ser ahorcado
Hasta perder
Entonces pide a Babalorixá
Que te bendiga
Y no llegues allá

Cualquiera
Burlón
Viento es señal de
Confusión

Ayudan
Iguales caroços de limón

Perfora, profundo
Pareciendo todo duro

¿Culpo a mí?
¿A ti?
¿A él?
¿A quién?
Porque niego el futuro indicado
Para todos los pre-maduros

Viene llegando la tarde
Dicen, está loco
Antes, me rechazan
Hoy, me anularon
Por la noción
¿Cómo cambiar, cómo hace?
¿Bien eso?
Ocasiono que encienda el foda-se
De lo que dirán

Escrita por: Samuel Martinez Ribeiro