Tô Na Merda
Vejam só eu tomei umas aguardentes
Montei no meu jumento
Dos meus sentimentos com jurema eu fui falar
Eu falei, mas não adiantou
Me tratou feito um cachorro
E nem quis me olhar
Estou na merda, na ruína do destino
Chorando feito menino, bebendo de bar em bar
De bar em bar, só cachaça e solidão!
De bar em bar, ah como dói meu coração!
De bar em bar, ô que vida infeliz!
De bar em bar, aquela peste não me quis!
Estoy en problemas
Miren, tomé unos tragos de aguardiente
Monté en mi burro
De mis sentimientos con jurema fui a hablar
Hablé, pero no sirvió de nada
Me trató como un perro
Y ni siquiera quiso mirarme
Estoy en problemas, en la ruina del destino
Llorando como un niño, bebiendo de bar en bar
De bar en bar, solo caña y soledad
De bar en bar, ¡ay, cómo duele mi corazón!
De bar en bar, ¡qué vida tan desdichada!
De bar en bar, ¡esa peste no me quiso!
Escrita por: Praxedes Epaminondas da Silva Filho (Praxedes)