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Senzala

PrimatériA

Senzala

Correntes, aprisionam sua alma
Sistemas condicionam suas mentes

A semelhança não é coincidência
A discrepância não é ocasional
A descendência não é deficiência
O coronel ainda esta no seu papel

Toda dependência, espera de melhora sem nada fazer
Vem desta cultura latifundial

Pelos campos cultivados em suor e sangue
Pelo asfalto onde correm orgulho e ódio
As raízes se espalham desordenadas
Que se ergam sem medo um novo amanhã!

Senzala!
Onde dormem os que mais sofrem
A relação de prisão, liberdade assistida
O que muda?
Paletós e gravatas, enxadas, chibatas
Todos somos escravos do sistema imposto!

Tragam a mim
O lucro do dia, a roça vendida
Esqueçam de si
Trabalhem, produza reduza. Escraviza!

Senzala!
Senzala, senzala, senzala, senzala, senzala, chibata, senzala, escravidão!

Senzala

Cadenas aprisionan su alma
Sistemas condicionan sus mentes

La similitud no es coincidencia
La discrepancia no es casualidad
La descendencia no es deficiencia
El coronel aún está en su papel

Toda dependencia, esperando mejora sin hacer nada
Viene de esta cultura latifundista

Por los campos cultivados en sudor y sangre
Por el asfalto donde corre orgullo y odio
Las raíces se esparcen desordenadas
¡Que se levante sin miedo un nuevo mañana!

Senzala
Donde duermen los que más sufren
La relación de prisión, libertad asistida
¿Qué cambia?
Trajes y corbatas, azadas, látigos
¡Todos somos esclavos del sistema impuesto!

Tráiganme
La ganancia del día, el campo vendido
Olviden de sí mismos
¡Trabajen, produzcan, reduzcan, esclavicen!

Senzala
¡Senzala, senzala, senzala, senzala, senzala, látigo, senzala, esclavitud!

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