Adeus
Eu nunca te tratei como opção
E a teoria "todas são iguais" não serve pra ti
De longe eu te via, só eu via, era irreal.
Você invadia os sonhos meus
Minha imaginação só é menor que Deus
Eu queria mesmo viver numa ilusão
Mas nunca me esqueci que o bobo aqui sou eu.
Por que sempre soube o que você quis me dizer
Mas que só não disse por peninha
Como se eu fosse um desses tolos infantis
Como se a verdade me fizesse um infeliz
Quer dizer nada valeu?
Quer dizer não vai ter fim por que nunca se começou?
Quer dizer nada mudou
Você diz se importar com os sonhos bobos meus
Mais sou eu quem quer te dizer adeus.
Adeus, deu as costas... foi você que nem me viu
E eu fazendo questão de te inventar
Mas passou uma brisa e você sumiu
Brisa de bom senso e vergonha na cara.
Adeus, adeus, adeus...
Adiós
Nunca te traté como una opción
Y la teoría de que 'todas son iguales' no aplica para ti
Desde lejos te veía, solo yo te veía, era irreal
Invadías mis sueños
Mi imaginación es solo menor que la de Dios
Quería vivir en una ilusión
Pero nunca olvidé que el tonto aquí soy yo
Siempre supe lo que querías decirme
Pero no lo dijiste por lástima
Como si fuera uno de esos tontos infantiles
Como si la verdad me hiciera infeliz
¿Significa que nada valió la pena?
¿Significa que no habrá final porque nunca hubo un comienzo?
¿Significa que nada cambió?
Dices preocuparte por mis sueños tontos
Pero soy yo quien quiere decirte adiós
Adiós, diste la espalda... fuiste tú quien ni siquiera me vio
Y yo insistiendo en inventarte
Pero llegó una brisa y desapareciste
Brisa de sensatez y vergüenza
Adiós, adiós, adiós...
Escrita por: Anico / Kalu / Lucas