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Desde mi perspectiva

Projeto Público

Primeira Pessoa

Talvez eu nunca compreenda os seus motivos
Por mais que você passe a vida tentando explicar
Você nunca aceitará os meus conflitos pessoais
Por mais a vida toda passe e te prove ao contrário

Tenho os meus motivos pra deixar de ser sincera
Tenho tantas explicações pra cada escolha diferente
Tenho os meus motivos pra deixar pra lá, pra ser sincera
E você nunca percebeu...

Talvez eu nunca compreenda os seus motivos
Por mais que você passe a vida tentando explicar
Você nunca aceitará os meus conflitos pessoais
Por mais a vida toda passe e te prove ao contrário

Tenho os meus motivos pra deixar de ser sincera
Tenho tantas explicações pra cada escolha diferente
Tenho os meus motivos pra deixar pra lá, pra ser sincera
E você nunca percebeu...

(Lembro de quando me ensinava às coisas
Quando deitados observávamos o eclipse com mascaras de solda,
Dos parabéns de manha cedo,
Era o que eu mais gostava, sem saber...
De quando eu não ligava pra perguntar como vai,
Esperando no fundo que eu fizesse...
O quanto eu não sei demonstrar, o quanto não sabe demonstrar...
De quando eu chorei igual criança ou bêbado pensando que podia ser diferente
Quando saiamos juntos, quando me contava as coisas,
De quando eu esqueci o seu aniversário, de quando víamos filmes
De como não temos fotos,
De como não conversamos sobre garotas,
De como fazemos pactos silenciosos sempre de NUNCA).

Mesmo que espere isso acontecer...
Nada vai mudar...
Mesmo que espere isso acontecer...
Nada vai mudar...

Desde mi perspectiva

Tal vez nunca comprenda tus motivos
Aunque pases la vida intentando explicar
Nunca aceptarás mis conflictos personales
Aunque la vida entera pase y te demuestre lo contrario

Tengo mis motivos para dejar de ser sincera
Tengo tantas explicaciones para cada elección diferente
Tengo mis motivos para dejarlo pasar, para ser sincera
Y tú nunca lo has notado...

Tal vez nunca comprenda tus motivos
Aunque pases la vida intentando explicar
Nunca aceptarás mis conflictos personales
Aunque la vida entera pase y te demuestre lo contrario

Tengo mis motivos para dejar de ser sincera
Tengo tantas explicaciones para cada elección diferente
Tengo mis motivos para dejarlo pasar, para ser sincera
Y tú nunca lo has notado...

(Recuerdo cuando me enseñabas cosas
Cuando acostados observábamos el eclipse con máscaras de soldar,
De los buenos días temprano,
Era lo que más me gustaba, sin saber...
De cuando no me importaba preguntar cómo estás,
Esperando en el fondo que lo hicieras...
Lo mucho que no sé demostrar, lo mucho que no sabes demostrar...
De cuando lloré como un niño o borracho pensando que podría ser diferente
Cuando salíamos juntos, cuando me contabas cosas,
De cuando olvidé tu cumpleaños, de cuando veíamos películas
De cómo no tenemos fotos,
De cómo no hablamos sobre chicas,
De cómo hacemos pactos silenciosos siempre de NUNCA).

Aunque espere que esto suceda...
Nada cambiará...
Aunque espere que esto suceda...
Nada cambiará...

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