Ciranda
Ciranda, ciranda
Respeito não é um trofeu que você escolhe a quem vai dar
Querendo ser diferente
Gritando igualdades comoventes
Fica vermelho e depois acha graça
Zomba de tudo sendo que vive uma farsa, talvez
Digo não sei de nada
E se essa tentativa vier a falhar
Opiniões bem servem pra somar
E não pra se ofender
(E não pra se ofender)
Carregando o vício de contestar
Com a indiferença tomando o lugar
Pra um dia se arrepender
(Não quero me arrepender)
Não sou certinho, não
E nem errado também
Busco o mesmo que você buscou
(Ou buscará também!)
Certas coisas não valem nem de graça
E a graça disso vai de mal a pior
Bons motivos pra não se conformar
E se essa tentativa vier a falhar
Opiniões bem servem pra somar
E não pra se ofender
(E não pra se ofender)
Carregando o vício de contestar
Com a indiferença tomando o lugar
Não espero isso de você
(Não quero me arrepender)
E eu admito
Quando a verdade vem
Eu erro também
Você admite
Que pode ser bem mais do que as coisas que me mostrava ser
Rueda
Rueda, rueda
El respeto no es un trofeo que eliges a quién dar
Queriendo ser diferente
Gritando igualdades conmovedoras
Se pone rojo y luego le encuentra gracia
Se burla de todo aunque vive una farsa, quizás
Digo que no sé de nada
Y si este intento falla
Las opiniones sirven para sumar
Y no para ofenderse
(Y no para ofenderse)
Cargando el vicio de discutir
Con la indiferencia tomando el lugar
Para arrepentirse algún día
(No quiero arrepentirme)
No soy el correcto, no
Y tampoco el equivocado
Busco lo mismo que tú buscaste
(¡O buscarás también!)
Ciertas cosas no valen ni gratis
Y la gracia de esto va de mal en peor
Buenas razones para no conformarse
Y si este intento falla
Las opiniones sirven para sumar
Y no para ofenderse
(Y no para ofenderse)
Cargando el vicio de discutir
Con la indiferencia tomando el lugar
No espero eso de ti
(No quiero arrepentirme)
Y lo admito
Cuando la verdad llega
Yo también cometo errores
Tú admites
Que puedes ser mucho más de lo que mostrabas ser