Pela Favela Até o Fim
Sai da reta ai playboy que o som aqui é pesado
Rap nacional musica de favelado
É isso memo seu cusão você não entendeu errado
Aqui é musica de drão e não de emocionado
Não adianta fala gíria e quere paga de favela
Se tá em área inimiga e corre risco de não sair dela
A mili ano o meu povo vem sendo é explorado
Pela sua raça imunda, burguez safado
O rap é por nóis e sempre vai ser nossa voz
E querendo ou não pro sistema é algoz
Você pode ateh seinfiltrar e fazer suas modinha
Os verdadeiros são como locomotivas que jamais saiem da linha
Nois canta a realidade meu parça e denuncia
O descaso que o sistema tem com a periferia
Você não sabe o que é não ter onde morar
Você não sabe o que é não ter nem pão pra se alimentar
É graças a minha gente que pra você hoje é suave
Morando na sua mansão e pilotando sua nave
Garanto que pra você trampa várias dona maria
Que depois do expediente volta pra periferia
Ou então vários José que trabalha pra carai
Pra ganha uma mixaria na empraza do seu pai
É por isso que tem vários mano revoltado
Ivadindo os condomínio e deixando os playboy cagado
Pela favela até o fim eu sempre irei canta
Pela favela até o fim eu vou denunciar
Pela favela até fim sempre irei escreve
Pela favela até o fim ai playboy vai se fode
De roupa larga e cara fechada representando o gueto
Nos role pela cidade pro seu herói eu sou suspeito
É alegria da sua raça quando passa na televisão
A polícia invadindo a favela com fuzil na mão
Se sabe que vai ter polícia matando por acidente
Mas você nem se importa com que acontece com a minha gente
Mais o que acontece aqui, também refleti ai
Vocês matam na favela e morrem na cherocy
Os manos não pensa duas vezes se precisar atirar
Na corrida pelos malote não quer perde só quer ganhar
No meu som eu não do esse incentivo pros moleque
Mas se sabe né playboy nem todo mundo ouve meu rap
Vcs querem se infiltrar pra acabar com a revolução
Vocês querem transforma o rap em hit de verão
Mais aqui os original sempre corre pela favela
Os herdeiros de zumbi, Tiradentes e Marighella
De gueto pra gueto os guerreiro aqui é forte
Pra acaba a revolução só encomendando a nossa morte
Vocês planta o descaso na periferia
Mas a voz do periférico você não silencia
Igual a mim tem um monte espalhado por ai
Gritando aos quatro canto o que vc não quer ouvi
Enquanto o sistema fizer as pilantragem
Tamo ai envolvidão denunciando na mensagem
Pela favela até o fim eu sempre irei canta
Pela favela até o fim eu vou denunciar
Pela favela até fim sempre irei escreve
Pela favela até o fim ai playboy vai se fode
Com a caneta na mão meu compromisso é com a verdade
Da favela eu sou intimo e juro por ela juro lealdade
O guerreiro incansalvel, que luta sem dar pausa
Se precisar viro kamikaze e morro pela causa
Infelizmente quem passa fome uma hora não aguenta
Vai busca o seu alimento na base da ponto quarenta
E a mídia urubu vai come o mano vivo
Vai taxar vai condenar sem saber qual o motivo
A favela é lucrativa pra vocês que usa gravata
Traz a câmera e filma como a gente aqui se mata
Depois exibe nas tela do jeito que os boy gosta
Enquanto isso na favela continua a mesma bosta
Agora nas novela vocês maquia a realidade
E mostra que na favela tudo é felicidade
Que cada favelado tem um banquete de rei
Mostra aqui na realidade onde tá que eu não sei
Eu tô vendo o tiozinho morrendo de desgosto
Morando no barraco a margem do esgoto
Eu tõ vendo a tiazinha com a dispensa vazia
Ao contrario da novela, não goza alegria
Agora vai playboy volta lá pro condomínio
Mas cuidado pra no caminho não sofre um latrocínio
Por que tudo que acontece na favela vocês são os culpado
Então abandona o meu rap e sai andando seus arrombado
Pela favela até o fim eu sempre irei cantar
Pela favela até o fim eu vou denunciar
Pela favela até fim sempre irei escreve
Pela favela até o fim ai playboy vai se fode
Por la Favela Hasta el Final
Sal de la línea, niño rico, que el sonido aquí es pesado
Rap nacional, música de favelado
Es así, idiota, no entendiste mal
Aquí es música de dragón y no de emocionado
No sirve hablar jerga y querer aparentar ser de la favela
Si estás en territorio enemigo y corres el riesgo de no salir de ahí
Mi gente ha sido explotada por mil años
Por tu raza inmunda, burgués safado
El rap es por nosotros y siempre será nuestra voz
Y quieras o no, para el sistema somos el verdugo
Puedes infiltrarte e inventar tus modas
Los verdaderos son como locomotoras que nunca se salen de la línea
Cantamos la realidad, hermano, y denunciamos
El abandono que el sistema tiene con la periferia
No sabes lo que es no tener dónde vivir
No sabes lo que es no tener ni pan para comer
Gracias a mi gente, para ti hoy es fácil
Viviendo en tu mansión y manejando tu nave
Apuesto a que trabajas para varias doñas María
Que después de la jornada regresan a la periferia
O varios Josés que trabajan un montón
Para ganar una miseria en la empresa de tu padre
Por eso hay varios hermanos indignados
Invadiendo los condominios y dejando a los niños ricos cagados
Por la favela hasta el final siempre cantaré
Por la favela hasta el final denunciaré
Por la favela hasta el final siempre escribiré
Por la favela hasta el final, niño rico, te joderás
Con ropa ancha y cara seria representando el gueto
En los roles por la ciudad, para tu héroe soy sospechoso
Es la alegría de tu raza cuando aparece en la televisión
La policía invade la favela con fusil en mano
Sabes que habrá policías matando por accidente
Pero a ti no te importa lo que le sucede a mi gente
Pero lo que sucede aquí, también te afecta
Ustedes matan en la favela y mueren en la cherocia
Los hermanos no dudan en disparar si es necesario
En la carrera por el botín, no quieren perder, solo ganar
En mi música no doy ese incentivo a los chicos
Pero ya sabes, niño rico, no todos escuchan mi rap
Quieren infiltrarse para acabar con la revolución
Quieren convertir el rap en éxito de verano
Pero aquí los originales siempre corren por la favela
Los herederos de Zumbi, Tiradentes y Marighella
De gueto a gueto, los guerreros aquí son fuertes
Para acabar con la revolución solo ordenando nuestra muerte
Ustedes siembran el abandono en la periferia
Pero la voz del periférico no la silencian
Igual que yo, hay un montón esparcidos por ahí
Gritando a los cuatro vientos lo que ustedes no quieren escuchar
Mientras el sistema haga sus trampas
Estamos aquí comprometidos denunciando en el mensaje
Por la favela hasta el final siempre cantaré
Por la favela hasta el final denunciaré
Por la favela hasta el final siempre escribiré
Por la favela hasta el final, niño rico, te joderás
Con la pluma en la mano, mi compromiso es con la verdad
De la favela soy íntimo y juro lealtad a ella
El guerrero incansable, que lucha sin pausa
Si es necesario, me convierto en kamikaze y muero por la causa
Lamentablemente, quien pasa hambre en algún momento no aguanta
Va a buscar su alimento a punta de cuarenta
Y los medios buitres se comerán al hermano vivo
Lo etiquetarán, lo condenarán sin saber cuál es el motivo
La favela es lucrativa para ustedes que usan corbata
Traen la cámara y filman cómo nos matamos aquí
Luego lo exhiben en la pantalla como a los niños ricos les gusta
Mientras tanto, en la favela todo sigue igual de mal
Ahora en las novelas maquillan la realidad
Y muestran que en la favela todo es felicidad
Que cada favelado tiene un banquete de rey
Muéstrame aquí en la realidad, ¿dónde está que no sé?
Estoy viendo al tío muriendo de desgano
Viviendo en la choza a la orilla del alcantarillado
Estoy viendo a la tía con la despensa vacía
A diferencia de la novela, no goza de alegría
Ahora ve, niño rico, vuelve a tu condominio
Pero ten cuidado de no sufrir un robo en el camino
Porque todo lo que sucede en la favela ustedes son los culpables
Así que abandona mi rap y lárgate, malditos
Por la favela hasta el final siempre cantaré
Por la favela hasta el final denunciaré
Por la favela hasta el final siempre escribiré
Por la favela hasta el final, niño rico, te joderás