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Hombre al Mar

Pulso de Marte

Homem ao Mar

Devo lhe dizer que não
Há mais nada nesse lugar
Tememos nossa própria existência

Não me admira estarmos perdidos
Andamos em círculos
A saída é o que lhes convém

Um indício, um indício

Já afetamos demais
De que não somos capazes
Teorias não salvaram quem se destruiu
Reféns de sórdidos que não sabem amar
A mando de quem?

Histórias de homens ao mar
Sem bóias pra não se afogar
Pensaram no seres que virão?
Não!

Bendito seja o homem que
Ainda crê na beleza do ser
Os mesmos só puderam escutar os gritos de homem ao mar.

Já afetamos demais
De que não somos capazes
Teorias não salvaram quem se destruiu
Reféns de sórdidos que não sabem amar
A mando de quem?

Hombre al Mar

Debo decirte que no
No hay nada más en este lugar
Tememos nuestra propia existencia

No me sorprende que estemos perdidos
Caminamos en círculos
La salida es lo que les conviene

Una pista, una pista

Ya hemos afectado demasiado
Que no somos capaces
Teorías no salvaron a quienes se destruyeron
Rehenes de sórdidos que no saben amar
¿Por orden de quién?

Historias de hombres al mar
Sin boyas para no ahogarse
¿Pensaron en los seres que vendrán?
¡No!

Bendito sea el hombre que
Aún cree en la belleza del ser
Los mismos solo pudieron escuchar los gritos de hombre al mar.

Ya hemos afectado demasiado
Que no somos capaces
Teorías no salvaron a quienes se destruyeron
Rehenes de sórdidos que no saben amar
¿Por orden de quién?

Escrita por: Nathália Rebouças