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Canción de Amor del (Des) Oriente

Quando Inhambú Cantou no Meu Quintal

Canção de Amor do (Des) Oriente

A noite ausenta as palavras
Que eu tinha prometido
E eu serei o que você quiser
Se prometer não me deixar esquecido

E nessas horas de saudade
O vento bate ligeiro
Eu não me importo estar em “maus lençóis”
Pois minha cabeça tem um bom travesseiro

Mas amanhã quando a manhã chegar
Não se acanhe em dizer
Que o jardim dos nossos sonhos
Se recusa a florescer

E o universo não conspira mais
A favor de ninguém
Sou corpo e mente de alguém que um dia resistiu
E o vazio levou, sem ninguém perceber

Quem sabe volte a amanhecer?

Canción de Amor del (Des) Oriente

La noche ausenta las palabras
Que te había prometido
Y seré lo que quieras
Si prometes no olvidarme

Y en estas horas de nostalgia
El viento golpea suavemente
No me importa estar en aprietos
Porque mi cabeza tiene una buena almohada

Pero mañana, cuando llegue la mañana
No dudes en decir
Que el jardín de nuestros sueños
Se niega a florecer

Y el universo ya no conspira
A favor de nadie
Soy cuerpo y mente de alguien que resistió un día
Y el vacío se llevó, sin que nadie lo notara

¿Quién sabe si volverá a amanecer?

Escrita por: Ricardo Santiago