395px

Ensayo Sobre el Abandono

Quarto Negro

Ensaio Sobre o Abandono

Foi sem previsões.
Se disse cansado de esperar e me alertou.
Sou o meu próprio espelho vivo, não devo nada
Para ninguém.

Foi e se entregou.
Se prendeu na desculpa de que um velho amor
Voltou.
E por toda intervenção divina.
Por toda flor que não cresceu.

Foi, logo voltou.
Por certo comprou qualquer causa e me alerto:

Por toda vértebra divina,
Por todo amor que já passou.

Foi por prestações.
Deixou meia culpa para pagar e algum tostão.
Por todo juro concebido.

Não ligo mais para ninguém.

Foi para não voltar.
Agora enfermo, se mostrou tão sério.
Por toda febre mal curada.
Por qualquer fé sem restrições.

Ensayo Sobre el Abandono

Fue sin previsiones.
Dijo estar cansado de esperar y me advirtió.
Soy mi propio espejo viviente, no le debo nada
A nadie.

Fue y se entregó.
Se aferró a la excusa de que un viejo amor
Regresó.
Y por toda intervención divina.
Por toda flor que no creció.

Fue, luego regresó.
Seguramente compró cualquier causa y me advirtió:

Por toda vértebra divina,
Por todo amor que ya pasó.

Fue por cuotas.
Dejó media culpa para pagar y algún centavo.
Por todo juramento concebido.

Ya no me importa nadie.

Fue para no volver.
Ahora enfermo, se mostró tan serio.
Por toda fiebre mal curada.
Por cualquier fe sin restricciones.

Escrita por: