Uma História No Matagal
É triste saber que eu conto com você, mas você não conta comigo
É, é triste saber que eu conto com você, mas você não conta comigo
Eu falo isso é porque, você me traiu, me chamou num primeiro de abril
Para sair e eu fui, pro matagal, conhecer os arvoredos, com um dos dedos
Você me mostrou, um lugar onde você caiu e machucou.
Do outro lado só tinha, boas lembranças e até esperanças de ficar comigo,
É, eu fiquei sorridente e contente, pois esse era o meu desejo
Você me deu um, um abraço, na hora do beijo, você saiu, disse que era depois,
Podia tudo acontecer, nós dois deitados, oh, olhando para uma imbaúba,
Que tinha um casal de periquitos coçando o pescoço,
É tão poético isso né, e até engraçado, fazer o que né, sei lá
Foi aí que você passou a sua mão na minha mão, o seu rosto no meu braço
O seu pé no meu pé é, pois tinha chulé, no meu, fiquei envergonhado
Olhei pro outro lado, dei um sorriso e com meu dente podre,
Ainda bem que não tinha ninguém pra ver, eu e você, naquele matagal
E a verdade agora vou falar o que aconteceu nesse meio de tempo
Que você me mostrou por baixo da blusa, uma camiseta de rosinha
Embaixo dela tinha uma rendinha, é, eu fiquei muito assustado
E, e ela pra cima puxei, seu sutiã estava de mau jeito, vi os bicos do seu peito
E você nem se importou, veio pro meu lado com um jeito engraçado,
Tirou minha camiseta, fugiu com ela e eu fiquei só na, na, na na na na
Naquele matagal, na, na na na na naquele matagal
Una historia en el matorral
Es triste saber que cuento contigo, pero tú no cuentas conmigo
Es, es triste saber que cuento contigo, pero tú no cuentas conmigo
Lo digo porque me traicionaste, me citaste el primero de abril
Para salir y fui al matorral, a conocer los árboles, con un dedo
Me mostraste un lugar donde caíste y te lastimaste.
Del otro lado solo había buenos recuerdos e incluso esperanzas de estar juntos,
Sí, sonreí y me alegré, porque ese era mi deseo
Me diste un abrazo, en vez de un beso, te fuiste, dijiste que después,
Podía pasar cualquier cosa, los dos acostados, oh, mirando un árbol de caucho,
Donde había una pareja de periquitos rascándose el cuello.
Es tan poético, ¿verdad?, y hasta gracioso, qué se le va a hacer, no sé
Fue entonces que pasaste tu mano sobre la mía, tu rostro en mi brazo
Tu pie en mi pie, sí, porque olía mal, en el mío, me avergoncé
Miré hacia otro lado, sonreí con mi diente podrido,
Menos mal que no había nadie para vernos, tú y yo, en ese matorral.
Y ahora voy a contar la verdad de lo que pasó en ese tiempo intermedio
Cuando me mostraste debajo de la blusa, una camiseta rosada
Debajo de ella había un encaje, sí, me asusté mucho
Y, y la subí, tu sostén estaba mal puesto, vi los pezones de tu pecho
Y a ti no te importó, viniste a mi lado de manera graciosa,
Me quitaste la camiseta, te escapaste con ella y yo me quedé solo en el, en el, en el matorral,
en el, en el, en el matorral