395px

Solo Eso (Parte. Ukáh)

Quinta Dose

Só Isso (Part. Ukáh)

Não é só isso que eu faço, eu brigo por espaço,
Lutando com tudo e todos que sentem o mesmo cansaço
Não é sintoma de fracaço, eu sigo no compaço
O rap é gigante, não tem lugar pra cabaço,
Não atira, também não morre, se vinga, porém, no porre
Se fode, suor escorre, pedindo pra que melhore
Que os contras não revigore, se move, antes que chore
Tô bem longe de você, que critica e não faz corre
Quanto mais pedir perdão, mais erro cê tá fazendo
E não adianta perdoar, se continuar acontecendo
A profição tô exercendo, me envolvendo, tô crescendo
Deixando de lado as trela, e seguindo a favor do vento
Continuo aprendendo, que o RAP é meu mantimento
Enchendo a boca de amor, e aumentando o sentimento
Fortifico o movimento, e questiono quem me culpa
Não vem pagar de "pã", se tu não for porra nenhuma

E dão palavras conjuntas, que formam um elo constante
Mãos calejadas assustam os olhos deselegantes
Cifrão dedicada absurda, vindo de mentes brilhantes
Que são lançadas na luta, estraçalhando os gigantes

Eu nem acabo tio, eu deixo esse trampo pros gatos
Se tantos meteram a cara, eu não vou ficar por baixo
As pessoas que se dizem sabias, porém cara dupla ocultada
Em minha frente bons pedidos, por trás, oração não escutada
Eu não preciso humilhar ninguém, pra ser alguém
Também não quero ser alguém, pra humilhar ninguém
É um papo de surdo e mudo, ninguém tá entendendo nada
Pois um, fala mas não ouve, o outro ouve mas não fala
É uma escolha, uma responsa, eu vejo, eu não tô de touca
Nego mudando de segmento, mais do que playboy de roupa
Ao meu redor vejo a mentira, e Deus sabe que eu não queria
Mas a luta nunca para, o oposto é maioria
Eu lutei pelo o que eu queria, um mundo sem hipocrisia
Palavra da minha boca incomoda até surdo
Pertubo os imundo. O que meu pai diria?
Eu faria denovo meus erros julgados, meu esforço é sempre o mesmo
Quando eu erro sempre tem quem julga,
Mas quando acerto não ouço elogio
É meu destino, é meu caminho, eu to pagando pra ver
Se minha vida é resumida em três letras: R-A-P
Não é só isso, eu tenho isso, vivo isso desde menino
Eu fiz do RAP meu trampo, porque eu nunca brinco em serviço

E dão palavras conjuntas, que formam um elo constante
Mãos calejadas assustam os olhos deselegantes
Cifrão dedicada absurda, vindo de mentes brilhantes
Que são lançadas na luta, estraçalhando os gigantes

Vi mais um Sol renascer
Vi, mais um chance de ir adiante
Um brilho forte, nesse semblante
E a esperança crescer,
Não é isso, eu vi progresso no processo
Confesso, também vi retrocesso em exesso
E toda sujeira do jogo, crocodilagem, trairagem
Aviso: Só que também fui traíra quando foi preciso
Contradição em abundância, mas olha as revoluções
Só que o tempo passou e trouxe minhas contradições
Conflitos internos, problemas psicológicos noiando
Quê que tão falando? Quê que tão pensando?
Quê tão olhando? Tão rindo o tempo todo
Chegou o grande dia, então foda-se tudo e todos
Sou muito mais que isso, pelo RAP, pelo som
Pela rapa, pela rua, pela rima, BRIXTON!
Pelo o que chamam de panela, pela banca dos amigos
Eu boto na minha panela, só quem fecha comigo, e pronto!
Vou que nem um louco e sei que vou crescer
O medo é incerteza, estímulos pra vencer
Tô com o RAP, e sei que nessa Terra, tô de passagem
Mas eu vim fazer bonito, buscar a felicidade

E dão palavras conjuntas, que formam um elo constante
Mãos calejadas assustam os olhos deselegantes
Cifrão dedicada absurda, vindo de mentes brilhantes
Que são lançadas na luta, estraçalhando os gigantes

Dão palavras conjuntas, que formam um elo constante
Mãos calejadas assustam os olhos deselegantes
Cifrão dedicada absurda, vindo de mentes brilhantes
Que são lançadas na luta, estraçalhando os gigantes

Solo Eso (Parte. Ukáh)

No es solo eso lo que hago, lucho por espacio,
Peleando con todo y todos los que sienten el mismo cansancio
No es síntoma de debilidad, sigo en el compás
El rap es gigante, no hay lugar para novatos,
No dispara, tampoco muere, se venga, pero, en la borrachera
Se jode, sudor corre, pidiendo que mejore
Que los contras no se reaviven, muévete, antes de que llores
Estoy lejos de ti, que criticas y no haces nada
Mientras más pidas perdón, más errores estás cometiendo
Y no sirve perdonar, si sigue sucediendo
La profesión la estoy ejerciendo, involucrándome, creciendo
Dejando de lado las tonterías, y siguiendo a favor del viento
Sigo aprendiendo, que el RAP es mi sustento
Llenando la boca de amor, y aumentando el sentimiento
Fortalezco el movimiento, y cuestiono a quien me culpa
No vengas a hacerte el importante, si no eres una mierda

Y dan palabras juntas, que forman un lazo constante
Manos callosas asustan a los ojos desagradables
Dedicación absurda al cifrón, proveniente de mentes brillantes
Que se lanzan a la lucha, destrozando a los gigantes

Ni termino, tío, dejo este trabajo para los gatos
Si tantos se han arriesgado, yo no me quedaré atrás
Las personas que se creen sabias, pero con doble cara oculta
Frente a mí buenos deseos, por detrás, oración no escuchada
No necesito humillar a nadie, para ser alguien
Tampoco quiero ser alguien, para humillar a nadie
Es un juego de sordos y mudos, nadie está entendiendo nada
Por un lado, habla pero no escucha, por el otro, escucha pero no habla
Es una elección, una responsabilidad, veo, no estoy de acuerdo
Negro cambiando de rumbo, más que un niño rico de ropa
A mi alrededor veo la mentira, y Dios sabe que no quería
Pero la lucha nunca se detiene, lo opuesto es mayoría
Luché por lo que quería, un mundo sin hipocresía
Palabra de mi boca molesta incluso al sordo
Molesto a los inmundos. ¿Qué diría mi padre?
Haría de nuevo mis errores juzgados, mi esfuerzo es siempre el mismo
Cuando fallo siempre hay quien juzga,
Pero cuando acierto no escucho elogios
Es mi destino, es mi camino, estoy pagando para ver
Si mi vida se resume en tres letras: R-A-P
No es solo eso, tengo esto, vivo esto desde niño
Hice del RAP mi trabajo, porque nunca juego en el trabajo

Y dan palabras juntas, que forman un lazo constante
Manos callosas asustan a los ojos deselegantes
Dedicación absurda al cifrón, proveniente de mentes brillantes
Que se lanzan a la lucha, destrozando a los gigantes

Vi otro Sol renacer
Vi, otra oportunidad de seguir adelante
Un brillo fuerte, en este semblante
Y la esperanza crecer,
No es eso, vi progreso en el proceso
Confieso, también vi retroceso en exceso
Y toda la suciedad del juego, traiciones, engaños
Aviso: Pero también fui traidor cuando fue necesario
Contradicción en abundancia, pero mira las revoluciones
Pero el tiempo pasó y trajo mis contradicciones
Conflictos internos, problemas psicológicos rondando
¿Qué están diciendo? ¿Qué están pensando?
¿Qué están mirando? Se ríen todo el tiempo
Llegó el gran día, así que que se jodan todos
Soy mucho más que eso, por el RAP, por el sonido
Por la pandilla, por la calle, por la rima, BRIXTON!
Por lo que llaman panela, por la banda de amigos
Pongo en mi panela, solo quienes están conmigo, y listo!
Voy como un loco y sé que creceré
El miedo es incertidumbre, estímulos para vencer
Estoy con el RAP, y sé que en esta Tierra, estoy de paso
Pero vine a lucirme, buscar la felicidad

Y dan palabras juntas, que forman un lazo constante
Manos callosas asustan a los ojos deselegantes
Dedicación absurda al cifrón, proveniente de mentes brillantes
Que se lanzan a la lucha, destrozando a los gigantes

Dan palabras juntas, que forman un lazo constante
Manos callosas asustan a los ojos deselegantes
Dedicación absurda al cifrón, proveniente de mentes brillantes
Que se lanzan a la lucha, destrozando a los gigantes

Escrita por: