Rumbeira Kundun
O olho de onde você me tirou
Era guarnecido por portais de ébano
A série de eventos que assim provocou
Causou estranheza nos centros da terra
Não era dinheiro não, dinheiro não era
Dinheiro não cai do céu, não é primavera
Um raio de ouro então se bordou
Foi o mais bonito de tudo que houvera
Sua blusa era o mar, sua blusa
Sua blusa era um mar de luxo
Rumbeira Kundun!
O olho de onde você me tirou
Era guarnecido por portais de ébano
O corpo do mundo ali se formou
Pra ser povoado por danças de refrão
Não teve mistério não, dos céus ou da terra
Não teve remédio não, caiu a estrela
Rumbeira kundun
É uma coisa só
É muita coisa
É tudo do melhor
Na mesma coisa
É branco e azul: Rumbeira kundun
Rumbeira kundun: O branco e azul
É o que há, é o que há
Rumbeira Kundun
El ojo de donde me sacaste
Estaba custodiado por portales de ébano
La serie de eventos que así provocó
Causó extrañeza en los centros de la tierra
No era dinero, no, dinero no era
El dinero no cae del cielo, no es primavera
Un rayo de oro entonces se bordó
Fue lo más bonito de todo lo que había
Tu blusa era el mar, tu blusa
Tu blusa era un mar de lujo
Rumbeira Kundun!
El ojo de donde me sacaste
Estaba custodiado por portales de ébano
El cuerpo del mundo se formó allí
Para ser poblado por danzas de estribillo
No hubo misterio, ni del cielo ni de la tierra
No hubo remedio, cayó la estrella
Rumbeira kundun
Es una sola cosa
Es mucha cosa
Es todo lo mejor
En la misma cosa
Es blanco y azul: Rumbeira kundun
Rumbeira kundun: El blanco y azul
Es lo que hay, es lo que hay
Escrita por: Quito Ribeiro