395px

Cuarto Piso

R. Diaz

Quarto Andar

É tão clichê falar de retratos
Dizer que as flores já morreram
Oque eu sinto não é saudade
E nem posso chamar de medo

Mas o tempo vem mostrando
Que eu me perco em meus sonhos
E sorrisos, e abraços
Esvaziam os meus maços pra provar
Que eu não sou de ferro, eu também sei chorar

As paredes não podem sonhar
Mesmo na rua me sinto num quarto
Apertado demais
Sufocado demais

Mas o tempo vem mostrando
Que eu me perco em meus sonhos
E sorrisos, e abraços
Esvaziam os meus maços

Mas retratos são memórias que eu nem quero recordar
A minha calma tem o nome da garota do quarto andar

Cuarto Piso

Es tan cliché hablar de retratos
Decir que las flores ya murieron
Lo que siento no es nostalgia
Y no puedo llamarlo miedo

Pero el tiempo va mostrando
Que me pierdo en mis sueños
Y sonrisas, y abrazos
Vacían mis paquetes para probar
Que no soy de hierro, también sé llorar

Las paredes no pueden soñar
Incluso en la calle me siento en un cuarto
Demasiado apretado
Demasiado sofocado

Pero el tiempo va mostrando
Que me pierdo en mis sueños
Y sonrisas, y abrazos
Vacían mis paquetes

Pero los retratos son recuerdos que no quiero recordar
Mi calma tiene el nombre de la chica del cuarto piso

Escrita por: Diaz