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Renuncia sublime/ Explosión de deseos/ Contradicciones (popurrí)

Racyne e Rafael

Sublime Renúncia/ Explosão de Desejos/ Contradições (pot-pourri)

Hoje meus dias são de tristeza e solidão
Trago em minh'alma
Uma profunda conformação
Renunciei meu grande amor
Um dia nos braços dela
Em que tão triste
Eu dizia beijando os lábios
Do meu amor com frenesi
Não chores por favor
Porque preciso partir
Esse foi o meu último beijo
Satisfiz o meu desejo
O pior foi te perder
Resignemos Oh! Querida
Não lamentemos a vida
Nosso destino é sofrer

Talvez fosse a bebida
A culpada de tudo
Nos dando coragem pra fazer amor
Num ato insensato de quem nunca pensa
Nas conseqüências que viram depois
Você tão criança e eu muito jovem
Nem preocupamos com nosso futuro
Fazendo apenas a nossa vontade
Talvez esquecendo da realidade
Em momentos de amor em um
Quarto escuro
Não me pergunte do nosso amanhã
Eu não sei responder
Também não queria te fazer sofrer
Por coisas que não deviam acontecer
Quem é que controla a força
De um abraço
A ânsia de um beijo
Eu te queria e você me pedia
E a gente explodia no mesmo desejo

Eu levo na briga você vem na raça
E a gente termina sempre sem graça
Eu digo que quero e você não aceita
Diz que me deseja e depois me enjeita
Se é do seu modo não acho direito
Você se defende e só quer do seu jeito
A gente se abraça se morde se beija
Depois que se afasta chorando se queixa
E descobre o quanto ainda se ama
São contradições de um amor sem juízo
Eu nego e renego mas sei que preciso
Contradições de um amor de verdade
Que faz da mentira a sinceridade
E faz o que é feio parecer bonito

Renuncia sublime/ Explosión de deseos/ Contradicciones (popurrí)

Hoy mis días son de tristeza y soledad
Traigo en mi alma
Una profunda resignación
Renuncié a mi gran amor
Un día en sus brazos
En que tan triste
Yo decía besando los labios
De mi amor con frenesí
No llores por favor
Porque necesito partir
Este fue mi último beso
Satisfice mi deseo
Lo peor fue perderte
Resignémonos, oh querida
No lamentemos la vida
Nuestro destino es sufrir

Tal vez fue la bebida
La culpable de todo
Dándonos valor para hacer el amor
En un acto insensato de quien nunca piensa
En las consecuencias que vendrán después
Tú tan joven y yo muy joven
Ni nos preocupamos por nuestro futuro
Haciendo solo nuestra voluntad
Tal vez olvidando la realidad
En momentos de amor en una
Habitación oscura
No me preguntes por nuestro mañana
No sé responder
Tampoco quería hacerte sufrir
Por cosas que no debían suceder
Quién controla la fuerza
De un abrazo
El deseo de un beso
Yo te quería y tú me pedías
Y explotábamos en el mismo deseo

Yo voy a la pelea, tú vienes con garra
Y siempre terminamos sin gracia
Yo digo que quiero y tú no aceptas
Dices que me deseas y luego me rechazas
Si es a tu manera, no me parece correcto
Tú te defiendes y solo quieres a tu manera
Nos abrazamos, nos mordemos, nos besamos
Después nos alejamos, llorando nos quejamos
Y descubrimos cuánto aún nos amamos
Son contradicciones de un amor sin juicio
Yo niego y reniego pero sé que necesito
Contradicciones de un amor verdadero
Que convierte la mentira en sinceridad
Y hace que lo feo parezca bonito

Escrita por: César Augusto / Cleiton / Cristiane / Martinha / Prado Jr.