Mongaguá de Verde e Mar
Mongaguá,
Mongaguá,
De verde mar
Que não me canso de olhar
Nome do rio
"Águas Pegajosas"
Dado por Índios
Á cidade charmosa
As águas são mãos de Sereia
E o Sol aquece,
a areia, fagueira, fagueira.
Solo
Mongaguá,
Mongaguá,
De verde mar
Que não me canso de olhar
O Índio lá canta
O Poço das Antas
Plataforma de Pesca
Artesanato é uma festa
São treze mil metros de praia
Iluminada, quiosques, jardins e
coqueiros sem fim
Pra você
e pra mim
Mongaguá,
Mongaguá,
De verde mar
Que não me canso de olhar
Tanto ao sol
Quanto ao luar
Na gaita Ivan Márcio
Faz sonhar,
Onde a Serra do Mar altaneira
Inveja o mar e a areia
De sereia, de sereia, de sereia.
Mongaguá de Verde y Mar
Mongaguá,
Mongaguá,
De mar verde
Que no me canso de mirar
Nombre del río
"Aguas Pegajosas"
Dado por los indios
A la ciudad encantadora
Las aguas son manos de sirena
Y el sol calienta,
la arena, coqueta, coqueta.
Solo
Mongaguá,
Mongaguá,
De mar verde
Que no me canso de mirar
El indio canta allá
El Pozo de las Antas
Plataforma de Pesca
El arte es una fiesta
Son trece mil metros de playa
Iluminada, quioscos, jardines y
palmeras sin fin
Para ti
y para mí
Mongaguá,
Mongaguá,
De mar verde
Que no me canso de mirar
Tanto al sol
Como a la luna
En la armónica Ivan Márcio
Hace soñar,
Donde la Sierra del Mar altanera
Envidia al mar y la arena
De sirena, de sirena, de sirena.
Escrita por: Radamés Macuco Mosca