395px

Cubatão: A los Pies de la Sierra

Radamés da Gaita

Cubatão: Aos Pés da Serra

Cubatão
"Minha terra, um bananal
Que rumoreja ao vento" /
Já dizia Afonso Schmidt do local
Um portento

Joaquim Miguel Couto escreveu então /
"Os Caminhos do Inferno: Ínicio de Cubatão" /
A "Trilha Tupiniquim" do pé da serra ao planalto paulista '
A perder de vista

O café pro litoral
Que foi de trem, mais um tento /
Rodovia no aterro, cais fluvial
Virou vento/

Piaçagüera; porto e gente do "Moji" lá se vão /
Ao Rio Perequê e depois ao Rio Cubatão /
A indústria petroquímica é fera bem como a COSIPA
Siderúrgica paulista

Martim Afonso de Souza viu João Ramalho e Tibiriça
Jacaré-de-papo-amarelo e rubra ave guará /
Edu da Gaita, Wlad Mattos ao violão
Pra bem saudar Cubatão /
Radamés um paulista agrimensor da COSIPA Ah!

Cubatão: A los Pies de la Sierra

Cubatão
Mi tierra, un bananal
Que susurra al viento
Ya decía Afonso Schmidt del lugar
Un portento

Joaquim Miguel Couto escribió entonces
"Los Caminos del Infierno: Inicio de Cubatão"
La "Senda Tupiniquim" del pie de la sierra al altiplano paulista
A perder de vista

El café para el litoral
Que fue en tren, otro tanto
Carretera en el relleno, muelle fluvial
Se convirtió en viento

Piaçagüera; puerto y gente del "Moji" allá van
Al Río Perequê y luego al Río Cubatão
La industria petroquímica es fiera al igual que la COSIPA
Siderúrgica paulista

Martim Afonso de Souza vio a João Ramalho y Tibiriça
Jacaré-de-papo-amarelo y el ave rojiza guará
Edu da Gaita, Wlad Mattos en la guitarra
Para saludar a Cubatão
Radamés un agrimensor paulista de la COSIPA ¡Ah!

Escrita por: Radamés Macuco Mosca