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Nada Como el Mañana

Rafa Brando

Nada Como o Amanhã

De manhã faz frio
Eu não queria acordar
Rolo o corpo na cama vazia
Procurando seu calor pra despertar

Se quem errou fui eu
Juro que não pensei em nada
Mas continuo achando
Que você me colocou numa perfeita emboscada

O seu possível sim
Não vai ressuscitar
Aquilo que pra mim
Jamais vai se explicar
Só o que sei que é certo
É não querer te ver por perto
Juntar o que sobrou
Tentar recomeçar

Eu acho que você não percebeu
Que o nosso tempo já se foi, já passou
E aquela chance que a vida oferece
Você não aproveitou, descartou
Tentar reconstruir aquilo
que nunca foi construído, enfim
É como sustentar alguma coisa
Que absolutamente não está em mim

O seu possível sim
Não vai ressuscitar
Aquilo que pra mim
Jamais vai se explicar
Só o que sei que é certo
É não querer te ver por perto
Juntar o que sobrou
Tentar recomeçar

Hoje, eu choro tão só
Mas nada como o amanhã…

Nada Como el Mañana

De mañana hace frío
No quería despertar
En la cama vacía me enrollo
Buscando tu calor para despertar

Si fui yo quien erró
Juro que no pensé en nada
Pero sigo creyendo
Que me pusiste en una perfecta emboscada

Tu posible sí
No va a resucitar
Aquello que para mí
Jamás se va a explicar
Lo único que sé que es cierto
Es no querer verte cerca
Reunir lo que quedó
Intentar recomenzar

Creo que no te diste cuenta
Que nuestro tiempo ya pasó
Y esa oportunidad que la vida ofrece
No la aprovechaste, la descartaste
Intentar reconstruir aquello
Que nunca fue construido, al fin
Es como sostener algo
Que absolutamente no está en mí

Tu posible sí
No va a resucitar
Aquello que para mí
Jamás se va a explicar
Lo único que sé que es cierto
Es no querer verte cerca
Reunir lo que quedó
Intentar recomenzar

Hoy, lloro tan solo
Pero nada como el mañana…

Escrita por: Rafa Brando / Ronaldo Miragaya