Moscow
Eu penso, vejo e observo
Preservo, meu equilíbrio
Espero que ele não perca por ego (não)
Me apego somente em o que supérfluo, não nego
Mais enxergar demais é o que mais me deixa cego
Olhando tanta tentação
Tantos tenta a ação
Tantos não sustentam broncas (?)
Tem, tantos no valão tem, tantos sem ter ninguém
Sustentando contas de um milhão
(?) Querendo papéis, colocar anéis
Encher cerimonias de fiéis
Eles, querendo bordéis, altos decibéis
Ambos os lados gritam mais ninguém resolve
Só a base do revolver
Da treta, rancor e desfeita
Fecho os olhos e olho pra dentro
Enxergo o que me move
("O que pra você, é a verdade?")
Meus valores não se perdem entre tantos ideais
("Parei para refletir, e viajei")
Porque o tempo não volta e eu não paro jamais
("O que quer que eu faça, é por nós, por amor")
Somos seres diferentes e atitudes iguais
Se tem perna, corre
Ao contrário, chore
Nessa você moscow!
Meu universo paralelo, para lê-lo
É preciso muito mais que cerebelo
É mais que ter dezoito ou ter um siso
É ser conciso ao se olhar no espelho
E ver além de pele e pelo
E como as ondas vão e vem
E os grãos de areia se movimentam também
A praia ainda é praia
Mesmo que seus elementos mudem de lugar
E o sol não saia, vem
Que eu te mostro meu mundo
Verás que música e natureza é o que faz-me sentir bem
E o que te move, te consome
Prove pra si mesmo e por um momento tente viver sem
Acredito nos escritos, nos mitos
E o mundo te paralisa
São indícios do fim, o pior está por vir
E ninguém te avisa
("O que pra você é a verdade?")
Meus valores não se perdem entre tantos ideais
("Parei para refletir, e viajei")
Porque o tempo não volta e eu não paro jamais
("O que quer que eu faça, é por nós, por amor")
Somos seres diferentes e atitudes iguais
Se tem perna, corre
Ao contrário, chore
Nessa você moscow!
Você moscow! (2x)
Moscú
Yo pienso, veo y observo
Conservo, mi equilibrio
Espero que no lo pierda por ego (no)
Me aferro solo a lo superfluo, no lo niego
Pero ver demasiado es lo que más me deja ciego
Viendo tanta tentación
Tantos intentan la acción
Tantos no aguantan broncas
Hay tantos en el valle, tantos sin nadie
Sosteniendo cuentas de un millón
Queriendo papeles, poner anillos
Llenar ceremonias de fieles
Ellos, queriendo burdeles, altos decibeles
Ambos lados gritan pero nadie resuelve
Solo a base de revolver
De la pelea, rencor y desaire
Cierro los ojos y miro hacia adentro
Veo lo que me mueve
("¿Qué es la verdad para ti?")
Mis valores no se pierden entre tantos ideales
("Paré a reflexionar, y viajé")
Porque el tiempo no vuelve y yo no paro jamás
("Lo que haga, es por nosotros, por amor")
Somos seres diferentes con actitudes iguales
Si tienes piernas, corre
Si no, llora
En esto, Moscú, tú!
Mi universo paralelo, para leerlo
Se necesita mucho más que cerebro
Es más que tener dieciocho o tener juicio
Es ser conciso al mirarse en el espejo
Y ver más allá de la piel y el vello
Y como las olas van y vienen
Y los granos de arena también se mueven
La playa sigue siendo playa
Aunque sus elementos cambien de lugar
Y el sol no salga, ven
Que te muestro mi mundo
Verás que la música y la naturaleza es lo que me hace sentir bien
Y lo que te mueve, te consume
Prueba por ti mismo y por un momento intenta vivir sin
Creo en los escritos, en los mitos
Y el mundo te paraliza
Son indicios del fin, lo peor está por venir
Y nadie te avisa
("¿Qué es la verdad para ti?")
Mis valores no se pierden entre tantos ideales
("Paré a reflexionar, y viajé")
Porque el tiempo no vuelve y yo no paro jamás
("Lo que haga, es por nosotros, por amor")
Somos seres diferentes con actitudes iguales
Si tienes piernas, corre
Si no, llora
En esto, Moscú, tú!
Tú, Moscú! (2x)