Querido Tempo
Querido tempo te escrevo essa carta
Pra que não me deixe esquecer
Da beleza que há em você
Pois solitária, se torna a vida infinita passageira
Mas que não passa com o tempo
Acabar, é o que a torna bonita
Relembrar de todos os meus sentimentos
Qual valor seria dado a arte
Se as perdas não valessem nada?
Se as folhas não caíssem
Se o vento não soprasse as águas?
O que de mim seria
Sem ti para me guiar?
E me ensinar a apreciar o querido tempo
Através de ti me encontrei
Nas linhas infinitas desses laços que formei
Abraços, espaços que criei
Caminhos que trilhei, enxerguei
A beleza que existe por trás
De um simples pôr do Sol
Que eu nunca notei por passar tempo demais longe de você
Eu preciso de ti
Pra consertar os erros que eu cometi
Pra visitar lugares pra relembrar olhares que não estão aqui
Memórias que vão contigo
Mas que carrego comigo
Em meu coração amigos
Qual valor seria dado a arte
Se as perdas não valessem nada?
Se as folhas não caíssem
Se o vento não soprasse as águas?
O que de mim seria
Sem ti para me guiar?
E me ensinar a apreciar o querido tempo
Querido Tiempo
Querido tiempo, te escribo esta carta
Para que no me dejes olvidar
De la belleza que hay en ti
Para los solitarios, la vida infinita se vuelve fugaz
Pero eso no desaparece con el tiempo
El acabado es lo que lo hace hermoso
Recuerda todos mis sentimientos
¿Qué valor se le daría al arte?
¿Y si las pérdidas no valieran nada?
Si las hojas no cayeran
¿Si el viento no soplara las aguas?
¿Qué sería de mí?
¿Sin ti para guiarme?
Y enséñame a apreciar el tiempo querido
A través de ti me encontré a mí mismo
En las interminables líneas de estos lazos que formé
Abrazos, espacios que he creado
Caminos que anduve, vi
La belleza que existe detrás
De una simple puesta de sol
Que nunca me di cuenta porque pasé mucho tiempo lejos de ti
Te necesito
Para corregir los errores que cometí
Visitar lugares para recordar miradas que no están aquí
Recuerdos que van contigo
¿Pero qué llevo conmigo?
En mi corazón amigos
¿Qué valor se le daría al arte?
¿Y si las pérdidas no valieran nada?
Si las hojas no cayeran
¿Si el viento no soplara las aguas?
¿Qué sería de mí?
¿Sin ti para guiarme?
Y enséñame a apreciar el tiempo querido