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Rehén de Amnesia

Realidade Cruel

Refém da Amnésia

Irmão, Jesus te ama e seu nome está escrito no livro da vida
E quando Ele quer uma alma
Ele faz questão de resgatá-la das profundezas do inferno

Paz, justiça e liberdade, vagabundo!
Eu tinha tudo: Carro, casa, os bagulho de luxo
Moto da hora, mulher que apavora, dinheiro sujo
De sangue, só bang-bang, bandido
Catador exuzado, sem massagem pro inimigo, um perigo
Algo de errado acontece comigo, sei lá
Vira e mexe, vem um crente aqui em casa me visitar
De uns dias pra cá, ando ficando meio confuso
Será que Deus me quer ou ele quer dinheiro e lucro?
Vem desarrumar? Pode se retirar, por favor
Se não vim pelo amor, vai vim pela dor, um falou
Caralho, que tipo de gente, que porra de crente insistente!
Tô com a viagem atrasada, vou entupir os meu pente!
Falou, fiel catador
Com duas quadrada, acabou de cuspir na palavra sagrada do Senhor
Tô aqui, tô que tô, vou que nem um Kamikaze
De SP a MG, sanguinário de verdade
Pra catar a firma dos boy, truta, é fita dada
E se pá, uns 300 mil alegra a rapa
Madrugada, viagem cansada, cidade pequena
Polícia encardida de Minas, que mata e se faz de ingênua
Quem narrou, se espantou com a palavra do Senhor
Mal chegou na cidade, um intrujão delatou
Que zica, que vida bandida, vou morrer como um indigente
Com duas 380 e 40 bala nos pente
Clack, clack, se coçou, o mão-branca avisou
Para o carro, vagabundo! Gritou o exterminador
Uma pá de tiro na fuga, sangrando, Deus me acuda!
Deu perdido, não respiro: Fui jogado do carro pra rua
Sem ocorrência, tô salvo, sem que eu mereça
Não lembro de nada e o bisturi abre minha cabeça
Uma bala alojada na nuca me fez refém da amnésia
Sou servo de Jesus, crucificado na terra

Se não for por amor, vai ser pela dor
Pra quem cuspiu na palavra do Senhor
E pra quem viu o próprio sangue derramado
Sem fé no louvor

Entrai pela porta estreita
Porque larga é a porta e espaçoso é o caminho que te conduz à perdição
E muitos são os que entram por ela
Paz, justiça e liberdade, irmão!

Três meses internado, recebo alta, atravesso o gramado
Vou pro outro lado da rua, com vida, mas derrotado
Não sei se tenho família, amigo
Ninguém está à minha espera, não sei se tenho inimigo
O doutor que me operou me contou, que quem me curou
Foi o Eterno Criador, Pai de Jesus redentor
Que nos lavou com o sangue imaculado
Sepultado no seio da terra, após 3 dias, ressuscitado
Cidadão de papel, que o Brasil jogou às traças
O aborto não feito, com medo de gente que mata
Louco, no fundo do poço, hipócritas cospem no rosto
Mas o Leão da tribo de Judá não visa ouro
Homem tolo, ateu, diz que Deus não existe
Convivo com a fome e não nego seu Nome, desiste!
Lúcifer, o que cê quer? Não vai me ver roubar
Eu vejo a maldade do mundo na tela dum bar
À tarde, cansado, contando míseros centavos
Acendo um cigarro e assisto à imagem do diabo
Informações distorcidas, ricos não poupam vidas
Massacre audiovisual, o canal homicida
Vida sofrida, sem memória e ninguém pra ajudar
É só passar frio e comer o lixo que o país nos dá
Todo lugar tem sua lei, e você sabe
Mesmo preso no submundo do décimo mundo ou atrás da grade
O amor não vale, aqui prevalece o papel
Do maldito ator traidor, expulso do céu
Só vaidade, apela por cumplicidade, problema
Maldade que raja quem nega a senha, na cena
Porque aqui, o boy contaminou e deixou sequela
Hoje põe discurso em novela e sensibiliza na tela
A justiça divina não erra
Sou servo de Jesus, crucificado na terra

Se não for por amor, vai ser pela dor
Pra quem cuspiu na palavra do senhor
E pra quem viu o próprio sangue derramado
Sem fé no louvor

Em 4 anos, só vejo maldade em alta voltagem alterada
Sobrevivendo no inferno, a alma do justo abalada
Sujeito, você sabe, o inimigo é covarde
A precariedade cerca o herdeiro da eterna cidade
Infelizmente, mente inteligente só quer lucro
Ambição a mil, distúrbio, idoso ignora o discurso
O envenenado leigo herda o reino eterno
Moeda às custas da guerra, nego, te leva ao inferno
Se não é Deus, quem é? Ninguém para em pé
Mundo é do Lúcifer, salve-se quem puder
Porque o Eterno quer curar os enfermo e, na peneira, vários passa
Não passa blasfemador, xiu! Calado, resgate as almas
Ó meu Senhor, me dê forças pra compor
Afaste o inimigo da alma do sangue bom narrador
Aonde for, aonde habita a impunidade
Aonde a vida não vale uma pá de Judas na humanidade
Seu filho humilhado, de Minas até São Paulo
Um dia, parei pra dormir na Brasilândia, cansado
Com a pele infeccionada da cabeça aos pés
Zoado, com 4 conto no bolso em moeda de 10
Como porco, tratado e lembrado só na eleição
Bate forte o coração, em frente ao templo cristão
Ali, um hino lindo penetrou o meu ouvido
Não era sirene infernal e nem um eco de tiro
Perante Cristo, ajoelhei e implorei pelo amor
Quero ser curado, perdoai meus pecados, Senhor!
Levantei, me assustei, nunca mais esqueço do culto
Reconheci o santo falando, em cima do púlpito
O crente que eu soquei e expulsei de casa
Hoje é meu irmão na fé e, juntos, resgatamos almas
Palavra da boca do justo me curou da amnésia
Sou servo de Jesus, crucificado na terra

Rehén de Amnesia

Hermano, Jesús te ama y tu nombre está escrito en el libro de la vida
Y cuando quiere un alma
Él insiste en rescatarla de las profundidades del infierno

¡Paz, justicia y libertad, vagabundo!
Lo tenía todo: coche, casa, cosas de lujo
Moto genial, mujer aterradora, dinero sucio
De sangre, solo bang-bang, bandido
Coleccionista agotado, sin masaje para el enemigo, un peligro
Me pasa algo malo no lo sé
Gira y muévete, un creyente viene a mi casa a visitarme
Desde hace unos días estoy un poco confuso
¿Dios me quiere o quiere dinero y ganancias?
¿Vienes a equivocarte? ¿Puedes irte por favor?
Si no vine por amor, vendré por dolor, dijo uno
¡Joder, qué clase de gente, qué jodidos creyentes insistentes!
¡Llego tarde a mi viaje, se me va a tapar el peine!
Habló, fiel coleccionista
Con dos cuadrados, acaba de escupir en la santa palabra del Señor
Estoy aquí, estoy aquí, voy como un Kamikaze
De SP a MG, verdaderamente sanguinarios
Para conseguir la firma de los chicos, trucha, es una cinta dada
Y si hombre, unos 300 mil hacen feliz a la niña
Temprano en la mañana, viaje cansado, pequeño pueblo
Policías mugrientos en Minas Gerais, que matan y actúan ingenuamente
Quien lo narró quedó asombrado por la palabra del Señor
Tan pronto como llegó a la ciudad, un intruso denunció
Que zica, que vida de matón, voy a morir como un pobre
Con dos balas 380 y 40 en el cargador
Clac, clac, picaba, advirtió la mano blanca
¡Al coche, vagabundo! gritó el exterminador
Un tiro de pala en la fuga, sangrando, ¡Dios me ayude!
Me perdí, no puedo respirar: me tiraron del auto a la calle
Sin incidentes estoy salvo, sin que lo merezca
No recuerdo nada y el bisturí me abre la cabeza
Una bala alojada en la nuca me mantuvo rehén de la amnesia
Soy un siervo de Jesús, crucificado en la tierra

Si no es por amor, será por dolor
Para los que escupen la palabra del Señor
Y para aquellos que vieron su propia sangre derramada
Sin fe en la alabanza

Entra por la puerta estrecha
Porque ancha es la puerta y amplio el camino que os lleva a la perdición
Y muchos son los que entran por ella
¡Paz, justicia y libertad, hermano!

Tres meses internado, me dan el alta, cruzo el césped
Me voy al otro lado de la calle, vivo pero derrotado
No sé si tengo familia, amigo
Nadie me espera, no sé si tengo enemigo
El médico que me operó me dijo que quien me curase
Él era el Eterno Creador, Padre de Jesús Redentor
Quien nos lavó con sangre inmaculada
Enterrado en el corazón de la tierra, después de 3 días, resucitado
Ciudadano de papel, que Brasil tiró al viento
Aborto no realizado, miedo a la gente que mata
Locos, en el fondo, los hipócritas escupen en la cara
Pero el León de la tribu de Judá no aspira al oro
Hombre tonto, ateo, dice que no hay Dios
Vivo con hambre y no niego tu Nombre, ¡ríndete!
Lucifer, ¿qué quieres? No me verás robar
Veo el mal del mundo en la pantalla de un bar
Por la tarde, cansado, contando miserables centavos
Enciendo un cigarrillo y miro la imagen del diablo
Información distorsionada, los ricos no perdonan vidas
Masacre audiovisual, el canal homicida
Vida sufriente, sin memoria y sin nadie que la ayude
Solo quédate frío y come la basura que nos da el país
Cada lugar tiene su ley, y sabes
Incluso atrapado en el inframundo del décimo mundo o detrás de la parrilla
El amor no vale nada, aquí prevalece el papel
Del maldito actor traidor, expulsado del cielo
Sólo vanidad, llamamientos a la complicidad, problema
El mal cae sobre quienes niegan la contraseña, en escena
Porque aquí el chico se contagió y dejó secuela
Hoy mete discursos en telenovelas y crea conciencia en la pantalla
La justicia divina no comete errores
Soy un siervo de Jesús, crucificado en la tierra

Si no es por amor, será por dolor
Para los que escupen la palabra del Señor
Y para aquellos que vieron su propia sangre derramada
Sin fe en la alabanza

En 4 años, sólo veo el mal en el alto voltaje alterado
Sobreviviendo en el infierno, el alma de los justos sacudida
Guy, ya sabes, el enemigo es cobarde
La precariedad envuelve a la heredera de la ciudad eterna
Desafortunadamente, las mentes inteligentes sólo quieren ganancias
Ambición a toda velocidad, perturbación, la persona mayor ignora el discurso
El laico envenenado hereda el reino eterno
La moneda a costa de la guerra, Nego, te lleva al infierno
Si no es Dios, ¿quién es? nadie deja de estar de pie
El mundo es de Lucifer, sálvate si puedes
Porque el Eterno quiere curar a los enfermos y, en el tamiz, pasan varios
¡No seas blasfemo, oye! Silencio, rescata las almas
Oh mi Señor, dame fuerzas para componer
Ahuyenta al enemigo del alma del narrador de buena sangre
Dondequiera que vayas, donde vive la impunidad
Donde la vida no vale ni la pala de Judas en la humanidad
Tu hijo humillado, de Minas a São Paulo
Un día me detuve a dormir en Brasilândia, cansado
Con piel infectada de pies a cabeza
Burlado, con 4 contos en el bolsillo en 10 monedas
Como un cerdo, tratado y recordado sólo en las elecciones
El corazón late fuerte, frente al templo cristiano
Allí, un hermoso himno penetró en mi oído
No fue una sirena infernal ni el eco de un disparo
Ante Cristo me arrodillé y supliqué amor
¡Quiero ser sanado, perdona mis pecados, Señor!
Me levanté, me asusté, nunca olvidaré el servicio
Reconocí al santo hablando, en lo alto del púlpito
El creyente al que golpeé y eché de la casa
Hoy es mi hermano en la fe y juntos rescatamos almas
La palabra de boca de los justos me curó de la amnesia
Soy un siervo de Jesús, crucificado en la tierra

Escrita por: Realidade Cruel