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Morador de Favela

Realidade Cruel

Morador de Favela

Morador de favela
Realidade cruel

É, eu sou apenas mais um morador de favela sem dinheiro
Sem estudo sempre na perspectiva de uma vida melhor
Se Deus quiser um dia isso vai ser possível, o crime!
Quem que inventou o crime? Deus que não foi com certeza
Nem o favelado por essas e outras sou mais a liberdade
E a vida um dia após o outro firmão Escuta ai, porque!

Se o país ta em crise sou + um numero quem se importa
Aqui dentro a esperança tá morta fecharam as porta
As vezes eu penso que Deus nem se lembra de mim
Um barraco aos pedaços uns pensamentos ruim
Saudades da minha infância que que era aquilo
Havia inocência mas hoje os menino é bandido
Os bairro pobre em meio a precariedade a
Maldade infelizmente sempre é na dificuldade
Amor ao próximo é extinção o mundo é assim
Quem não tem não é nada, então vou atrás da melhora enfim
Criar meus pivete e tô novão 21, sonho como
Qualquer um favelado comum, irmão que Deus me perdoe
Pela tristeza, nas oração agradecendo o arroz puro na mesa
Na terra de passagem pra criar filho com fome, isso não!
Meu ego me faz sentir menos homem!
Isso memo a vida por aqui nunca mais foi bela
A falta de dinheiro arrasta meus irmãos para a guerra
Na rua prefiro presenciar as primaveras Mais um morador di favela!

Você não sabe não, que liberdade não conhece oque que é solidão
Você não sabe não
Você não sabe não, o que que é perder alguém pras ruas em vão
Você não sabe não!

É que ontem memo aqui o clima tava tenso
A vizinhança tudo correndo ao memo tempo
Gritos Eu vi ali um semblante entristecendo
Mais uma dona Maria com o filho nos braços morrendo
Vai vendo bandido sinceramente eu entendo
Corrompemos, matamos por droga, mulher e dinheiro, tudo desunido
Tudo desinformado antes dos 25 dentro dos caixão lacrado
É embaçado mas que é ta ciente aliado
Se isso é ser malandro prefiro ser chapéu atolado
Assim que cê vive muleque assim que cê age
Você num ta vendo sua coroa quase morrendo de infarte?
A jóia de infinitos kilates se desfazendo vendo os bonde
Pro fundão nos carceres cê sofreu num aprendeu mas só
Ela sentiu como o crime consumiu sua vida cê viu?
Só frustrações, cicatrizes por dentro sequélas
Quantos corações bons vi trancados em celas
Na rua prefiro presenciar as primaveras, mais um morador de favela

Você não sabe não, que liberdade não conhece oque que é solidão
Você não sabe não
Você não sabe não, o que que é perder alguém pras ruas em vão
Você não sabe não

Guerreiro quanto vale sua vida? Irmão me intenda!
Quantos eu ja vi sem o crime vivão aos 80 e com saúde
Enquanto hoje os muleque novão pum marra de cão pique
Malandrão, pres'tenção, progresso na vida não só destruição
Ladrão moscão de hora extra no mundão
Aii doidão! Cê ta firmão? Cade seu pote de ouro?
Seus crime já deu pra tua mãe uma casa de tijolo?
Qualquer no bolso, diploma na parede do quarto?
Ao invés de acabar igual o mano que morreu baleado!
Injustiçado se pá num caminho errado
Não deu pra sumariar quem foi na grande São Paulo
E vários caso policia nenhuma desvenda
Maioria eles memo arrebenta de .40, diabo ostenta
Irmão se orienta, o crime não compensa, peça pra Deus paciência
Pra subir degrau por degrau sem miséria, bang
Cadeia, solidão vê se me erra, porque prefiro presenciar
As primaveras, mais um morador de favela

Você não sabe não, que liberdade não conhece oque que é solidão
Você não sabe não
Você não sabe não, oque que é perder alguém pras ruas em vão
Você não sabe não

Desse jeito
Quantos e quantos se foram infelizmente na vida do crime?
Quantas famílias incompletas dia após dia choram a perda
Dos entes queridos, morô!
Por dinheiro, ambição ou até mesmo necessidade, enfim!
Mesmo assim será que compensa? Muita paz guerreiro
Fé em Deus, pense nisso

Morador de Favela

Morador de favela
Realidad cruel

Sí, solo soy otro más, un morador de favela sin dinero
Sin estudios, siempre esperando una vida mejor
Si Dios quiere, algún día eso será posible, ¡el crimen!
¿Quién inventó el crimen? Dios no fue, eso es seguro
Ni el favelado, por estas y otras soy más la libertad
Y la vida, un día tras otro, firme, ¡escucha esto, porque!

Si el país está en crisis, soy solo un número, ¿a quién le importa?
Aquí dentro, la esperanza está muerta, cerraron las puertas
A veces pienso que Dios ni se acuerda de mí
Un barraco en pedazos, unos pensamientos malos
Extraño mi infancia, ¿qué era eso?
Había inocencia, pero hoy los chicos son bandidos
Los barrios pobres en medio de la precariedad
La maldad, lamentablemente, siempre está en la dificultad
El amor al prójimo es una extinción, el mundo es así
Quien no tiene, no es nada, así que iré tras la mejora, al fin
Criar a mis chicos, y tengo 21, sueño como
Cualquiera en la favela, hermano, que Dios me perdone
Por la tristeza, en las oraciones agradeciendo el arroz puro en la mesa
En la tierra de paso para criar hijos con hambre, ¡eso no!
¡Mi ego me hace sentir menos hombre!
Así es la vida por aquí, nunca más fue bella
La falta de dinero arrastra a mis hermanos a la guerra
En la calle prefiero presenciar las primaveras, más un morador de favela!

No sabes, no, que la libertad no conoce lo que es la soledad
No sabes, no
No sabes, no, lo que es perder a alguien en las calles en vano
No sabes, no!

Es que ayer mismo aquí el clima estaba tenso
La vecindad corriendo al mismo tiempo
Gritos, vi un semblante entristecido
Otra doña María con su hijo en brazos, muriendo
Vas viendo, bandido, sinceramente entiendo
Corrompemos, matamos por droga, mujer y dinero, todo desunido
Todo desinformado, antes de los 25, dentro de un ataúd sellado
Es complicado, pero quien está consciente, aliado
Si eso es ser malandro, prefiero ser un chapéu atolado
Así es como vives, chaval, así es como actúas
¿No ves que tu madre está casi muriendo de un infarto?
La joya de infinitos quilates deshaciéndose, viendo los grupos
Al fondo, en las cárceles, sufriste, no aprendiste, pero solo
Ella sintió cómo el crimen consumió su vida, ¿lo viste?
Solo frustraciones, cicatrices por dentro, secuelas
¿Cuántos corazones buenos vi encerrados en celdas?
En la calle prefiero presenciar las primaveras, más un morador de favela

No sabes, no, que la libertad no conoce lo que es la soledad
No sabes, no
No sabes, no, lo que es perder a alguien en las calles en vano
No sabes, no

Guerrero, ¿cuánto vale tu vida? ¡Hermano, entiéndeme!
¿Cuántos he visto vivir sin el crimen hasta los 80 y con salud?
Mientras hoy los chicos jóvenes, ¡pum! se comportan como perros
Malandrón, ¡atención!, progreso en la vida, no solo destrucción
Ladrón moscón de hora extra en el mundano
¡Ay, loco! ¿Estás firme? ¿Dónde está tu pote de oro?
¿Tus crímenes ya le dieron a tu madre una casa de ladrillo?
¿Algo en el bolsillo, un diploma en la pared del cuarto?
¿En vez de acabar como el hermano que murió baleado?
Injusticiado, tal vez en un camino equivocado
No se pudo resumir quién fue en la gran São Paulo
Y varios casos que la policía nunca resuelve
La mayoría, ellos mismos, revientan con .40, el diablo ostenta
Hermano, orientate, el crimen no compensa, pide a Dios paciencia
Para subir escalón por escalón, sin miseria, bang
Cárcel, soledad, ve si me evitas, porque prefiero presenciar
Las primaveras, más un morador de favela

No sabes, no, que la libertad no conoce lo que es la soledad
No sabes, no
No sabes, no, lo que es perder a alguien en las calles en vano
No sabes, no

De esta manera
¿Cuántos y cuántos se fueron, lamentablemente, en la vida del crimen?
¿Cuántas familias incompletas, día tras día, lloran la pérdida
De los seres queridos, ¡morô!
Por dinero, ambición o hasta necesidad, ¡en fin!
Aun así, ¿será que compensa? Mucha paz, guerrero
Fe en Dios, piensa en esto

Escrita por: Flagrante, Douglas Rc, Sabrina