Covarde
JIM:
Covarde, maricas, frouxo, bundão!
Desgraçado, babaca, boiola, molengão!
Submisso, omisso, sem nenhuma direção!
Fraco, idiota, homem sem culhão!
Eu não serei assim...
Me recuso a seguir
O caminho que por fim
Me obrigam a cumprir...
Não!
(JIM para, cansado e mexido. Suas mãos doem e ele toca nelas.)
É patético olhar pra ele
Ouvir sua voz na minha
Ver que me pareço com ele
Eu não quero andar nessa linha
Eu quero ser indomável
Senhor do meu caminho
No volante do meu carro
Veloz e sem destino
Eu não serei assim...
Me recuso a seguir
O caminho que por fim
Me obrigam a cumprir...
Não!
Horizontes a cruzar
Riscos a perseguir
Bocas pra beijar
Eu só quero é me divertir
Jovem pra sempre, não vou fazer família!
Eternamente jovem, não sigo sua cartilha!
Jovem pra sempre, não vão me engaiolar!
Eternamente jovem, tudo isso eu vou mudar!
Jovem pra sempre, não vou fazer família!
Eternamente jovem, não sigo sua cartilha!
Jovem pra sempre, não vão me engaiolar!
Eternamente jovem...
Não vou mais envelhecer...
Até Deus resolver... me matar!
Cobarde
JIM:
Cobarde, maricas, débil, cagón!
Desgraciado, idiota, maricón, flojo!
Sumiso, omiso, sin ninguna dirección!
Débil, idiota, hombre sin agallas!
Yo no seré así...
Me niego a seguir
El camino que al final
Me obligan a cumplir...
No!
(JIM se detiene, cansado y agitado. Sus manos duelen y las toca.)
Es patético mirarlo a él
Escuchar su voz en la mía
Ver que me parezco a él
No quiero seguir esa línea
Quiero ser indomable
Dueño de mi camino
En el volante de mi auto
Veloz y sin rumbo
Yo no seré así...
Me niego a seguir
El camino que al final
Me obligan a cumplir...
No!
Horizontes por cruzar
Riesgos por perseguir
Bocas por besar
Solo quiero divertirme
¡Joven para siempre, no formaré una familia!
Eternamente joven, no sigo tu guía!
Joven para siempre, no me encerrarán!
Eternamente joven, cambiaré todo esto!
¡Joven para siempre, no formaré una familia!
Eternamente joven, no sigo tu guía!
Joven para siempre, no me encerrarán!
Eternamente joven...
No envejeceré más...
Hasta que Dios decida... matarme!
Escrita por: Guilherme Héus / Menelick De Carvalho