Luz e Sombras
E assim que se fez a escuridão
Caiu um raio, tudo explodiu (viva a escuridão).
"A gente precisa aprender aos poucos:
Quando todas nossas estrelas se apagarem,
A escuridão não será plena
Se soubermos ascender às candeias..."
Luz e sombras, luz de fundo, explicação confusa.
A velhice faz parate da escuridão
Fico sozinho no meu quarto com todas as luzes apagadas
Vendo a escuridão se formar, vendo meu rosto enrugar.
E meu coração parar de bater
! Eu gosto da solidão !
"...Quando nosso bom cão for levado pela velhice
Os seus latidos ainda crescerão
Flores nos canteiros abandonados..."
Beleza, miséria, bem e mal.
Futuro, passado, escuridão eterna.
Eterna solidão, nunca se fez na da perfeito.
(Assim é difícil de entender)
Quando criaram a escuridão, eu pulei de alegria.
Não precisei mais me preocupar com os meus olhos ardendo
(Olhos de vampiro)
Tudo parecia perfeito, tudo parecia legal.
Ate que percebi que:
Na escuridão não conseguia mais ver você!
"...Pois as ervas não foram tão daninhas,
Nem os amores ...Perfeitos."
Luz y Sombras
Y así fue como se hizo la oscuridad
Cayó un rayo, todo explotó (viva la oscuridad).
"Uno debe aprender poco a poco:
Cuando todas nuestras estrellas se apaguen,
La oscuridad no será total
Si sabemos encender las lámparas..."
Luz y sombras, luz de fondo, explicación confusa.
La vejez forma parte de la oscuridad
Me quedo solo en mi habitación con todas las luces apagadas
Viendo la oscuridad formarse, viendo mi rostro arrugarse.
Y mi corazón dejar de latir
¡Me gusta la soledad!
"...Cuando nuestro buen perro sea llevado por la vejez
Sus ladridos seguirán creciendo
Flores en los jardines abandonados..."
Belleza, miseria, bien y mal.
Futuro, pasado, oscuridad eterna.
Eterna soledad, nunca se hizo nada perfecto.
(Así es difícil de entender)
Cuando crearon la oscuridad, salté de alegría.
Ya no tuve que preocuparme por mis ojos ardiendo
(Ojos de vampiro)
Todo parecía perfecto, todo parecía genial.
Hasta que me di cuenta de que:
¡En la oscuridad ya no podía verte!
"...Pues las hierbas no eran tan dañinas,
Ni los amores... Perfectos."
Escrita por: Roberto Raulino