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Primavera sin flores

Reles Fatos

Primavera sem flores

Sempre te quis, do jeito que é, e no meio do nada virou ilusão
Como primavera sem flores
Uma janela de outono em uma tarde de verão
Meu corpo feito de chamas longe do seu congelou
E com as suas promessas, chorei feito um menino
Mas sei que não estou à espera de uma nova estação.

E aquele belo menininho e a bela menininha que o fez sofrer
mil anos calado, sem morrer!

Como primavera sem flores
Uma janela de outono em uma tarde de verão
Meu corpo feito de chamas longe do seu congelou
E com as suas promessas, chorei feito um menino
Mas sei que não estou à espera de uma nova estação.

E aquele belo menininho e a bela menininha que o fez sofrer
mil anos calado, sem morrer!

Sempre amei, sem ser amado
Olhei para o retrato e vi a sua imagem sumir
Sem dizer adeus
Adeus, adeus, adeus.

Sempre pensei em te dizer:
-Aquele menino cresceu

Adeus, adeus, adeus.

Não era ilusão uma nova estação
Uma nova canção de amor

Adeus, adeus, adeus.

Primavera sin flores

Siempre te quise, tal como eres, y en medio de la nada se convirtió en ilusión
Como primavera sin flores
Una ventana de otoño en una tarde de verano
Mi cuerpo hecho de llamas lejos del tuyo se congeló
Y con tus promesas, lloré como un niño
Pero sé que no estoy esperando una nueva estación.

Y aquel bello niñito y la bella niñita que lo hizo sufrir
mil años callado, sin morir!

Como primavera sin flores
Una ventana de otoño en una tarde de verano
Mi cuerpo hecho de llamas lejos del tuyo se congeló
Y con tus promesas, lloré como un niño
Pero sé que no estoy esperando una nueva estación.

Y aquel bello niñito y la bella niñita que lo hizo sufrir
mil años callado, sin morir!

Siempre amé, sin ser amado
Miré el retrato y vi tu imagen desaparecer
Sin decir adiós
Adiós, adiós, adiós.

Siempre pensé en decirte:
-Ese niño creció

Adiós, adiós, adiós.

No era ilusión una nueva estación
Una nueva canción de amor

Adiós, adiós, adiós.

Escrita por: Bruno Nogueira / Cheslley Quaresma / Diego Andrade