Dulcinéia bem quiste a mim
Acredite, nunca me foi sedução rodopiar
Por entre esses vagalumes que sei,
Nunca seriam capazes de fazer-me brilhar
Estive cego ao tentar alçar partes de um mundo
Que sempre cresce, ao vir gritar a mim
Que nada aqui pode ser só meu a não ser que me condene
Nessas histórias de fins tão iguais
E agora não sou só mais eu
Mas como tu vives em mim, aqui
Ao esquero de meu peito, onde só há
Lugar a quem me aquece, me entorpece
Entenda, essas marcas que me entregam foram feitas
Por estrelas enquanto flutuei
Sem noção nenhuma do quanto é mal me matar
E mais de um escudeiro acumulei
Em viajens que busquei pelo mundo apenas encontrar
O que sempre foi parte de mim
E foi no cinza, minha sentença, para sempre em luz
Para sempre em paz
E agora não sou só mais eu
Mas como tu vives em mim, aqui
Ao esquero de meu peito, onde só há
Lugar a quem me aquece, me entorpece
E me senti tão forte quando veio a tempestade
Que nem percebi quando passava os tais furacões
Você foi tão transparente, ao me dar as mãos,
Me fazendo enxergar, que eram apenas moinhos
E não dragões!
Dulcinéia bien querida para mí
Cree, nunca fue seducción para mí girar
Entre esas luciérnagas que conozco,
Nunca podrían hacerme brillar
Estuve ciego al intentar alcanzar partes de un mundo
Que siempre crece, al venir a gritarme
Que nada aquí puede ser solo mío a menos que me condene
En estas historias de finales tan iguales
Y ahora no soy solo yo
Sino que tú vives en mí, aquí
En el lado izquierdo de mi pecho, donde solo hay
Lugar para quien me calienta, me entorpece
Comprende, estas marcas que me entregan fueron hechas
Por estrellas mientras flotaba
Sin ninguna noción de lo malo que es matarme
Y acumulé más de un escudero
En viajes que emprendí por el mundo solo para encontrar
Lo que siempre fue parte de mí
Y fue en la oscuridad, mi sentencia, para siempre en luz
Para siempre en paz
Y ahora no soy solo yo
Sino que tú vives en mí, aquí
En el lado izquierdo de mi pecho, donde solo hay
Lugar para quien me calienta, me entorpece
Y me sentí tan fuerte cuando llegó la tormenta
Que ni siquiera me di cuenta cuando pasaba los huracanes
Fuiste tan transparente, al darme las manos,
Haciéndome ver que eran solo molinos
¡Y no dragones!