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Niña Ana

Religare

Menina Ana

Tão sincero quanto amor à sepulcrar-me
Tão forte quanto a dor à condenar-me

Menina, teu olhar me enfeitiça
Menina, teu olhar me enfeitiça

É assim...
Que o coração nos condena
E pouco importa o que há de vir
Em mim...
Impera o querer absoluto e já
Não sou capaz de desviar-me dessa sina

Menina, você não sabe o poder que tens
Quando passa e me ignora
Me esfola e sufoca
Menina, você não sabe o quanto quero
Despir-me de minha vida
A cura insana dessa triste rotina

Tão claro...
Quanto o dia a livrar-me
Tão denso...
Quanto a vida a salvar-me

Menina, teu jeito me cativa
Menina, teu jeito me cativa

Tens exaltada diferença de teus irmãos
Teu brilho é fato
E condena as estrelas
Faz-me desajeito
Dos meus atos
Faz-me palhaço
Solitário

Menina, você não sabe o poder que tens
Quando passa e me ignora
Me esfola e sufoca
Menina, você não sabe o quanto quero
Despir-me de minha vida
A cura insana dessa triste rotina

Niña Ana

Tan sincero como el amor que me sepulta
Tan fuerte como el dolor que me condena

Niña, tu mirada me hechiza
Niña, tu mirada me hechiza

Es así...
Que el corazón nos condena
Y poco importa lo que venga
En mí...
Impera el deseo absoluto y ya
No soy capaz de apartarme de esta suerte

Niña, no sabes el poder que tienes
Cuando pasas y me ignoras
Me desgarra y sofoca
Niña, no sabes cuánto deseo
Despojarme de mi vida
La cura insana de esta triste rutina

Tan claro...
Como el día que me libera
Tan denso...
Como la vida que me salva

Niña, tu forma me cautiva
Niña, tu forma me cautiva

Tienes una diferencia exaltada de tus hermanos
Tu brillo es un hecho
Y condena a las estrellas
Me descoloca
De mis actos
Me convierte en payaso
Solitario

Niña, no sabes el poder que tienes
Cuando pasas y me ignoras
Me desgarra y sofoca
Niña, no sabes cuánto deseo
Despojarme de mi vida
La cura insana de esta triste rutina

Escrita por: Léo Maximo / Religare