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Citadines

República Popular

Citadina

Tanto cinza aqui
Faz as noites
Chegarem sem dia

Vou te enoitecer
E regar
Com minha poesia

Ah, por teu corpo viajar
Me sinto bem, me sinto lá
Fazendo teu corpo suar
Já não há nada mais
Só o vão de nós

Oh, meu amor
Já quanto tempo faz
Que você vai atrás
De um lugar?
Eu sempre fui teu cais
Vem descansar em paz

Oh, meu amor
Vem deitar teu corpo
E juntar com o meu
Esquece a cidade
Ela nunca foi
O que me prometeu

Quanto tempo mais
Você quer
Pra perceber?

Mesmo a pouca idade
É capaz
De te dizer

Sempre que o teu céu molhar
Olha na janela, ô citadina
Meu Sol já vai chegar

Tarde não é tarde mais
Eu vejo sob as luzes da cidade
Em meio aos prédios e edifícios
Arranha-céus e desperdícios
Eu vou te encontrar

Citadines

Tanta gris aquí
Hace que las noches
Llegando sin un día

Te voy a enfermar
Y agua
Con mi poesía

Oh, para que tu cuerpo viaje
Me siento bien, me siento allí
Hacer que tu cuerpo suda
No hay nada más
Sólo se nos va de nosotros

Oh, mi amor
¿Cuánto tiempo ha pasado?
Que vas tras
¿De un lugar?
Siempre he sido tu muelle
Ven y descansa en paz

Oh, mi amor
Ven a acostarte en tu cuerpo
Y únete a mi
Olvídate de la ciudad
Nunca lo fue
Lo que me prometiste

¿Cuánto falta?
¿Quieres
¿Para averiguarlo?

Incluso a una edad temprana
¿Puedes hacerlo?
Para decirte

Cada vez que tu cielo se moja
Mira en la ventana, ciudad
Mi sol estará aquí pronto

Tarde ya no es tarde
Veo bajo las luces de la ciudad
En medio de edificios y edificios
Rascacielos y residuos
Te encontraré

Escrita por: Vinítius Salomão