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Zona Sur Nativa

Resistência Urbana

Zona Sul Nativa

(Sou zona sul sou programado pra morrer)
(Chega, mano agora é o seguinte, vocês vão me ouvir)

Programado pra morrer nóis é
Certo é certo é dê no que der!
Programado pra morrer nóis é
Certo é certo é dê no que der!

Zona sul nativa, favela em ação
Segue a narrativa de libertação
Ilusão opressão repressão da voz
Informação munição pra lutar por nós

Extremo sul no som dois sobreviventes
Cansados de aceitar o que fazem com a nossa gente
Que na sua maioria não sabe de nada
E quando sabe e tenta revindicar leva porrada
Lei, aqui só existe pra quem tem!
Direitos garantidos é o dinheiro que mantém
Polícia do Alckmin (Pro playboy) -Não toca em mim!
Pro favelado é descaso e preconceito sem fim

Afastados dos que se julgam superiores
Exploram nosso povo e ignoram nossas dores
Imagine se vivessem como vivemos
Ao invés de mansões invadissem terrenos
Não seriam tão soberbos, tão cheios de si
E não explorariam todo povo daqui
Não enviariam suas tropas armadas
Realidade é outra fita, não é conto de fadas
Eles querem oprimir, mas a luta continua!
(Ei polícia, nós tamo aqui, não tamo moscando na sua)

Programado pra morrer nóis é
Certo é certo é dê no que der!
Programado pra morrer nóis é
Certo é certo é dê no que der!

Programado pra morrer nóis é
Certo é certo é dê no que der!
Programado pra morrer nóis é
Certo é certo é dê no que der!

Todos os dias ofensas por todos os lados
Ignorância, preconceito, menosprezo infundado
Periferia grita preconceito não mais!
(Racistas otários nos deixem em paz)

Poderosos racistas, poder elitista
Desprezam a vida na periferia
E na entrevista, canalhas fascistas
Empurram pro povo meritocracia
Se nem democracia aqui funciona, tamo na lona
Pra maquiar toda a zona, liga a telona
Que exibe a vida que todos queriam ter
Que a minoria vive sustentada por você
Massa de manobra é o povo
Cai na lábia entra no jogo, mentes com correntes
De que adianta ser livre o corpo?

Periferia informada, terror pro porco de farda
Quem tem noção dos direitos cobra e não vai pra vala
Tapa na cara (abre as pernas neguinho)
Se não for com a sua cara, você não segue o caminho
Manutenção da lei, é só na teoria
Esbanjam covardia em plena luz do dia
É difícil encontrar um que mereça o salário
De cumpridor da justiça um defensor do trabalho
Mas a realidade meu irmão, é dura
Pois eles são escravos da justiça fajuta

Burguesia no poder só por manipulação
Eles são a minoria e escravizam a nação
E quem percebe o jogo tem que ficar esperto
Mas o estudo é o escudo e nossa arma é nosso verso!

Programado pra morrer nóis é
Certo é certo é dê no que der!
Programado pra morrer nóis é
Certo é certo é dê no que der!

Programado pra morrer nóis é
Certo é certo é dê no que der!
Programado pra morrer nóis é
Certo é certo é dê no que der!

Zona Sur Nativa

(Soy de la zona sur, estoy programado para morir)
(Llegó, hermano, ahora es así, ustedes me van a escuchar)

Programados para morir nosotros somos
¡Cierto es cierto, pase lo que pase!
Programados para morir nosotros somos
¡Cierto es cierto, pase lo que pase!

Zona sur nativa, favela en acción
Sigue la narrativa de liberación
Ilusión, opresión, represión de la voz
Información, munición para luchar por nosotros

En el extremo sur, en el sonido, dos sobrevivientes
Cansados de aceptar lo que hacen con nuestra gente
Que en su mayoría no sabe de nada
Y cuando sabe y trata de reclamar, recibe golpes
¡Ley, aquí solo existe para quien tiene!
Derechos garantizados son el dinero que mantiene
Policía de Alckmin (Para el niño rico) - ¡No me toques!
Para el favelado es desdén y prejuicio sin fin

Alejados de los que se creen superiores
Explotan a nuestro pueblo e ignoran nuestras penas
Imagina si vivieran como vivimos
En lugar de mansiones, invadieran terrenos
No serían tan soberbios, tan llenos de sí
Y no explotarían a todo el pueblo de aquí
No enviarían sus tropas armadas
La realidad es otra historia, no es un cuento de hadas
¡Quieren oprimir, pero la lucha continúa!
(Oye policía, aquí estamos, no estamos de ociosos)

Programados para morir nosotros somos
¡Cierto es cierto, pase lo que pase!
Programados para morir nosotros somos
¡Cierto es cierto, pase lo que pase!

Programados para morir nosotros somos
¡Cierto es cierto, pase lo que pase!
Programados para morir nosotros somos
¡Cierto es cierto, pase lo que pase!

Todos los días, insultos por todos lados
Ignorancia, prejuicio, menosprecio infundado
¡Periferia grita, prejuicio no más!
(Racistas idiotas, déjennos en paz)

Poderosos racistas, poder elitista
Desprecian la vida en la periferia
Y en la entrevista, canallas fascistas
Empujan hacia el pueblo la meritocracia
Si ni la democracia funciona aquí, estamos en problemas
Para maquillar toda la zona, enciende la pantalla
Que muestra la vida que todos quisieran tener
Que la minoría vive sostenida por ti
El pueblo es masa de maniobra
Cae en la trampa, entra en el juego, mentes encadenadas
¿De qué sirve ser libre el cuerpo?

Periferia informada, terror para el cerdo de uniforme
Quien tiene noción de sus derechos exige y no se rinde
¡Bofetada en la cara (abre las piernas, negrito)!
Si no les caes bien, no sigues el camino
La ley, solo en teoría
Desbordan cobardía a plena luz del día
Es difícil encontrar uno que merezca el salario
De cumplidor de la justicia, defensor del trabajo
Pero la realidad, hermano, es dura
Pues ellos son esclavos de la justicia falsa

La burguesía en el poder solo por manipulación
Ellos son la minoría y esclavizan a la nación
Y quien percibe el juego debe estar alerta
¡Pero el estudio es el escudo y nuestra arma es nuestro verso!

Programados para morir nosotros somos
¡Cierto es cierto, pase lo que pase!
Programados para morir nosotros somos
¡Cierto es cierto, pase lo que pase!

Programados para morir nosotros somos
¡Cierto es cierto, pase lo que pase!
Programados para morir nosotros somos
¡Cierto es cierto, pase lo que pase!

Escrita por: Luan Vitor LV / Wallace Gomes WLC