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7 Líneas Antes del Fin

Rica Silveira

7 Linhas Antes do Fim

Vai
Corre e bota a máscara social
E finge que está tudo bem
Entre anjos e demônios
Mais seres do além
O delírio pode estar na próxima curva

Dia e noite sem dormir
Ele ainda está aqui
Ajoelha e faz uma prece
Para Oxalá, Ogum, Oxum, Xangô e Iemanjá
Afim de alcançar qualquer graça que seja leve
Sem estresse
Graça que lhe faça esquecer o lêmingue suicida
Que vive dia e noite gritando na sua mente

Vive nas suas costas
No subconsciente
E afirma você não tem mais saída
Te coloca na cena principal da chacina
Remédios controlados, cigarros, ansiedade, medo e depressão
Fumaça vai, fumaça vem
Fumaça vai, fumaça vem
Fumaça vai, fumaça vem
Quatro paredes ele e mais ninguém

Vai
Corre e bota a máscara social e finge que está tudo bem
Entre anjos e demônios
Mais seres do além
O delírio pode estar na próxima curva
Em busca de abrigo no perigo
Criando forças para sair de casa
Lá fora o Sol já queima como brasa
E aqui dentro a nuvem negra é pura solidão

E sozinho ele não consegue sair
A depressão sufoca ele não consegue fugir
Sem ajuda, sem família, sem dinheiro
É o clamor no deserto do desespero
Morrendo em frente pra praia
Nem o Sol te tira da baia

Retórica sentimental de um homem só
Como mil alto-falantes a voz na mente é constante
O lêmingue da sua cuca não sente dó
E afirma você não tem mais saída
Te coloca na cena principal da chacina
Remédios controlados, cigarros, ansiedade, medo e depressão
Fumaça vai, fumaça vem
Fumaça vai, fumaça vem
Fumaça vai, fumaça vem
Quatro paredes ele e mais ninguém

Vai
Corre e bota a máscara social e finge que está tudo bem
Entre anjos e demônios
Mais seres do além
O delírio pode estar na próxima curva
Em busca de abrigo no perigo
Criando forças para sair de casa
Lá fora o Sol já queima como brasa
E aqui dentro a nuvem negra é pura solidão

7 Líneas Antes del Fin

Vete
Corre y ponte la máscara social
Y finge que todo está bien
Entre ángeles y demonios
Más seres del más allá
El delirio puede estar en la próxima curva

Día y noche sin dormir
Él todavía está aquí
Se arrodilla y reza
A Oxalá, Ogum, Oxum, Xangô e Iemanjá
Buscando alcanzar cualquier gracia que sea ligera
Sin estrés
Una gracia que lo haga olvidar al suicida lemingue
Que vive día y noche gritando en su mente

Vive en tus espaldas
En el subconsciente
Y te dice que no hay salida
Te coloca en la escena principal de la masacre
Medicamentos controlados, cigarrillos, ansiedad, miedo y depresión
Humo va, humo viene
Humo va, humo viene
Humo va, humo viene
Cuatro paredes él y nadie más

Vete
Corre y ponte la máscara social y finge que todo está bien
Entre ángeles y demonios
Más seres del más allá
El delirio puede estar en la próxima curva
Buscando refugio en el peligro
Creando fuerzas para salir de casa
Afuera el Sol ya quema como brasa
Y aquí adentro la nube negra es pura soledad

Y solo no puede salir
La depresión lo sofoca, no puede escapar
Sin ayuda, sin familia, sin dinero
Es el clamor en el desierto de la desesperación
Muriendo frente a la playa
Ni el Sol te saca de la bahía

Retórica sentimental de un hombre solo
Como mil parlantes la voz en la mente es constante
El lemingue de tu cabeza no siente compasión
Y te dice que no hay salida
Te coloca en la escena principal de la masacre
Medicamentos controlados, cigarrillos, ansiedad, miedo y depresión
Humo va, humo viene
Humo va, humo viene
Humo va, humo viene
Cuatro paredes él y nadie más

Vete
Corre y ponte la máscara social y finge que todo está bien
Entre ángeles y demonios
Más seres del más allá
El delirio puede estar en la próxima curva
Buscando refugio en el peligro
Creando fuerzas para salir de casa
Afuera el Sol ya quema como brasa
Y aquí adentro la nube negra es pura soledad

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