Dos Malandros e Das Madames
Estrela da noite, vem me carinhar
Em azul e branco, vou le cortejar
Malandro sambista que sempre batalha
Levando a vida, no fio da navalha
Vou festejar
Foi semeado e floresceu a vida
Com braços fortes frutos dessa lida
Presente aos olhos vista a beira mar
Oiá oxum
Águas e fertilidade
Que atriu a realeza
Com sua diversidade
Hoje tem maculelê, tem ginga de mandingueiro
Tem batuque de terreiro, tem gringo que vem sambar
No palco sobe a cortina, se a moça não for menina
Não se espante com a doutrina, lhe convém a respeitar
Hoje tem maculelê, tem ginga de mandingueiro
Tem batuque de terreiro, poetas vivem ali
Enfentei ruas e bares, dizendo chegou pilares
Caprichosos canta a lapa, hoje na sapucaí
Garboso, charmoso lugar
O eterno reduto, da boêmia
Seus arcos revivem história
Esconder pecados e fantasias
Marujada descobriu
Seus bordeis
O artista se encantou
Retratou
Criou bonecos, coloriu escadarias
Se vestiu em alegria, demostrou a sua fé
Dos Malandros y las Damas
Estrella de la noche, ven a acariciarme
En azul y blanco, te voy a cortejar
Malandro sambista que siempre lucha
Viviendo la vida al filo de la navaja
Voy a celebrar
Fue sembrado y floreció la vida
Con brazos fuertes frutos de esta lucha
Presente a la vista a la orilla del mar
Oyá oxum
Aguas y fertilidad
Que atrajo a la realeza
Con su diversidad
Hoy hay maculelê, hay ginga de mandingueiro
Hay batuque de terreiro, hay gringo que viene a sambar
En el escenario sube el telón, si la chica no es niña
No te sorprendas con la doctrina, te conviene respetar
Hoy hay maculelê, hay ginga de mandingueiro
Hay batuque de terreiro, poetas viven allí
Enfrenté calles y bares, diciendo llegó pilares
Caprichosos cantan en la lapa, hoy en la sapucaí
Elegante, encantador lugar
El eterno refugio de la bohemia
Sus arcos reviven historia
Esconden pecados y fantasías
Marujada descubrió
Sus burdeles
El artista se enamoró
Retrató
Creó muñecos, coloreó escaleras
Se vistió de alegría, demostró su fe