Adoração
Hoje não vim aqui cobrar meus sonhos
Nesse correr do dia a dia retirar-me enfim
Venho perguntar-te de joelhos
Se Te consola minha presença
Se Te alegra minha vontade de dar o meu sim
Não preciso ficar acomodado em meu conforto
Posso me entregar tal qual a Igreja ao seu esposo
Sofrer por Ti, não Te seguir só
Até o partir do pão
Avançar bem mais, até beber o cálice
Da sua Paixão
Hoje não vim pedir nenhuma graça
Na penumbra do sacrário, meditar Tua palavra
Venho Te amar desvelar Tuas doçuras
Vim beber do Teu silêncio
De Tua cruz que me sustenta
E se eu cair, Tua brandura
Não preciso ficar acomodado em meu conforto
Posso me entregar tal qual a Igreja ao seu esposo
Sofrer por Ti, não Te seguir só
Até o partir do pão
Avançar bem mais, até beber o cálice
Da sua Paixão
Hoje não vim buscar nenhuma cura
No sacrário meu espelho, contemplar Tua loucura
Venho tentar reparar tantas afrontas
Perceber no Teu silêncio
Que Tua cruz tudo sustenta
E ao caído Tu levantas
Adoración
Hoy no vine a cobrar mis sueños
En esta carrera del día a día retirarme al fin
Vengo a preguntarte de rodillas
Si mi presencia Te consuela
Si mi voluntad de dar mi sí Te alegra
No necesito quedarme cómodo en mi confort
Puedo entregarme como la Iglesia a su esposo
Sufrir por Ti, no seguirte solo
Hasta el partir del pan
Avanzar aún más, hasta beber el cáliz
De tu Pasión
Hoy no vine a pedir ninguna gracia
En la penumbra del sagrario, meditar en Tu palabra
Vengo a amarte, a desvelar Tus dulzuras
Vine a beber de Tu silencio
De Tu cruz que me sostiene
Y si caigo, Tu ternura
No necesito quedarme cómodo en mi confort
Puedo entregarme como la Iglesia a su esposo
Sufrir por Ti, no seguirte solo
Hasta el partir del pan
Avanzar aún más, hasta beber el cáliz
De tu Pasión
Hoy no vine a buscar ninguna cura
En el sagrario mi espejo, contemplar Tu locura
Vengo a intentar reparar tantas afrentas
Darme cuenta en Tu silencio
Que Tu cruz todo lo sostiene
Y al caído Tú levantas
Escrita por: Rildo Barros