Cara de Santo
Minha cara de santo
Oh, nem parece encanto ou desencanto, nem tanto, nem quanto
Mas quando banco o selvagem
É porque colho em tua cara a bandidagem
Tu tens cara de santo
Santa sede, santa sede de beber a água do meu pranto
Minha mão estendida...
Minh'alma lida, decifrada, ou mesmo uma estrada
Nem por mim andada
Mas quando toca em tua cara
Ela passa de alento a desencanto
Quem mandou você matar sua sede só bebendo da fonte
Insecável do meu pranto?
A minha mão, a tua mão
A minha cara, a tua cara
A minha cara em tua mão
A minha mão em tua cara
Tudo pode ser evitado!!!
Meu amigo
Jogue em minha cara tudo o que eu preciso:
Atire seu sorriso!
Oh, santinho
Santificado seja o teu riso santo
Ria em paz, mas deixe em paz o meu pranto
Cara de Santo
Mi cara de santo
Oh, ni parece encanto ni desencanto, ni tanto, ni cuanto
Pero cuando banco lo salvaje
Es porque recojo en tu cara la maldad
Tienes cara de santo
Santa sed, santa sed de beber el agua de mi llanto
Mi mano extendida...
Mi alma leída, descifrada, o incluso un camino
Ni siquiera caminado por mí
Pero cuando toca tu cara
Pasa de aliento a desencanto
¿Quién te mandó matar tu sed solo bebiendo de la fuente
Inagotable de mi llanto?
Mi mano, tu mano
Mi cara, tu cara
Mi cara en tu mano
Mi mano en tu cara
¡Todo puede ser evitado!
Mi amigo
Échame en la cara todo lo que necesito:
¡Lanza tu sonrisa!
Oh, santito
Santificado sea tu risa santa
Ríe en paz, pero deja en paz mi llanto
Escrita por: Adeildo Vieira